Pedra, Papel e Tesoura.

23 de maio de 2012

Choveu e não foi pouco.

Filed under: Computadores e Internet, Organizações, Passatempos — Tags:, , , — Yure T. Kitten @ 22:42

FFT Boss 1 by SammyFox < Submission | Inkbunny, the Furry Art Community.

Hoje choveu um bocado em Fortaleza. Assim que saí do ônibus, fui confrontado com uma enxurrada impiedosa que, além de outras coisas, molhou todo o papel que uso para desenhar. Isso não foi o pior; minha carta de apresentação, que eu deveria usar na minha visita à Escola Municipal de Ensino Fundamental Braz Ribeiro da Silva, assim como minha ficha de autoavaliação estão arruinadas. Posso pegar cópias desses documentos amanhã sem muitos rodeios, mas o que me preocupa é o fato de eu não ter mais papel onde desenhar. Me dói ver todas aquelas folhas de papel-ofício estragadas. Elas não vão para o lixo, óbvio, pois elas vão secar cedo ou tarde, mas uma folha amassada, rasgada ou molhada nunca é tão boa como uma folha nova em branco que dá até gosto só de olhar.

Talvez também por causa da chuva, a conexão que tenho com a Internet tem ficado inconstante. Tentei avisar no Sofurry que meus desenhos não serão enviados com tanta frequência por um tempinho, mas sites alemães não carregam direito aqui, imagine o quão ruim é tentar usar o Sofurry, no meu computador, com uma conexão irritantemente inconstante.

A propósito, nem todos os meus contatos do Windows Live aparecem no Empathy, a maioria aparece, mas tem um que não. Como resolvo isso?

20 de maio de 2012

Adiado novamente.

Filed under: Livros, Organizações — Tags:, , , — Yure T. Kitten @ 19:38

Harder, Better, Faster, Stronger: 8-bit – YouTube.

Pois é. Minha apresentação sobre Hegel foi adiada, de novo. Agora somos a última equipe a apresentar. Isso é meio-amargo:

  1. tenho mais tempo para me preparar.
  2. o sofrimento foi prolongado.

Tive um sonho bastante elaborado hoje. Sonhei com o tal cupido, provavelmente por ter lido o Banquete ontem, sonhei com um antigo colega chamado Marcus, com um feiticeiro e com meu pai. Tudo na mesma noite, na mesma trama onírica. Nada sexual contudo. A não ser talvez pelo fato de eu ter sonhado que meu pai se assumia homossexual. Honestamente, tenho minhas suspeitas, mas acho que ele também suspeita de mim.

No que tange Marcus, sonhei que ele vinha de preto para a UECE, enquanto eu e o feiticeiro conversávamos. Marcus parecia que ia fazer algum tipo de espionagem. No sonho, eu sabia que ele tinha vindo a UECE antes, várias vezes, sem deixar claro o que ele queria fazer (eu realmente tinha a impressão de que eu havia sonhado com esses episódios, embora eu descobrisse, quando eu acordava, que não era assim). Daí, eu o seguia. Ele estava no pátio, uma televisão atrás dele, passando um vídeo profissional que discorria poeticamente sobre sentimentos. Entre uma cena e outra do vídeo em escala de cinza, ele falava da violência que ele sofria em casa, pela família, e na escola, pelos valentões. Todos ali sentiram-se mal, inclusive Jonathan, que, no sonho, era irmão de Marcus.

Tenho também dois pedidos para concluir, então é melhor começar a desenhar.

16 de maio de 2012

Me sinto desanimado.

Filed under: Livros — Tags:, , , — Yure T. Kitten @ 21:38

Do What You Know… by GrayscaleRain < Submission | Inkbunny, the Furry Art Community.

Minha apresentação sobre o Estado correu bem. Contudo, a pressão hegeliana foi prolongada, uma vez que nosso trabalho foi adiado novamente para sexta-feira. Me incumbiram de introduzir o espírito subjetivo e falar da biografia de Hegel. Normalmente, tenho padrões elevados quando escrevo apresentações, mas, desta vez, eu não me importo. Vou copiar, colar, imprimir e ler. Por mais que eu me esforce, eu não consigo entender, de forma que eu possa apresentar o trabalho sem precisar ler um texto (ler a apresentação normalmente mostra que você não se preparou, que não entende o assunto, que não se importa ou que prefere relegar a responsabilidade a um pedaço de papel, logo uma gafe imperdoável). Me exporei ao ridículo no momento em que eu ler a apresentação porque é o que mereço, sendo eu um incompetente que é incapaz de engolir, por algum motivo, um escritor sortudo que conseguiu prestígio no mundo contemporâneo por causa de Marx. Queria ver se Hegel seria o “único filósofo” se não fosse Marx. Me dói sempre que dizem que não existe filosofia antes de Hegel. Será que não veem que Hegel não é mais útil que Epicuro, mais profundo que Tomás de Aquino, mais prático que Rousseau? Hegel construiu um monólito sublime que ele chama de sistema. Essa pedra enigmática intriga estudiosos que sentem prazer em decifrar seus enigmas. Mas ponha suas conclusões para análise. Será Hegel útil, se útil, possível, se possível, desejável? Será ele o metafísico, lógico, epistemólogo, ético ou estético perfeito? É mortalmente presunçoso, ofensivo e obtuso dizer que não existe filosofia antes de Hegel, antes de sua colagem lógica.

Não que isso faça sentido ou que eu tenha autoridade para falar estas coisas. Talvez eu esteja errado quando digo a maioria dessas coisas. Mas sei que Hegel não é o Deus da filosofia. Talvez seja da lógica. Há muita filosofia antes e depois de Hegel, mas há o dobro de filósofos e comentaristas drogados que não percebem isso. Disso eu não tenho dúvida.

14 de maio de 2012

Como foi minha apresentação.

Ladytron – Ghosts [Official Music Video] – YouTube.

“Apresentação” porque, como sabem, só pude fazer uma. Aliás, não pude fazer nem mesmo a segunda. Em apresentações de equipe, cada integrante tem sua vez de falar. O texto do primeiro integrante tomou todo o tempo da nossa apresentação, logo, não pude falar meu próprio texto, que, por sinal, é curtinho.

A apresentação sobre Hegel não aconteceu; nenhum dos integrantes da minha equipe compareceu e todos estavam agindo como se a apresentação não fosse realmente acontecer ou não estivesse marcada, ou seja, tivemos aula normal e a equipe não foi chamada. Me pergunto se o dia foi mudado. Se tivesse, não teria como eu ficar sabendo mesmo…

Minha professora de didática geral pegou dengue, mas isso não nos isenta de apresentar nossos trabalhos. Tivemos de elaborar uma prova e mandá-la para a professora, para que ela, mesmo em sua doença, pudesse trabalhar e nos avaliar. Isso é que é paixão, corrigir prova com dengue.

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