Pedra, Papel e Tesoura.

11 de abril de 2015

A filosofia de Hideaki Anno.

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Evangelion – Shinji vs. Kaworu ( Latino ) – YouTube.

De acordo com Deleuze, filosofia é criação de conceito. Conceito é uma interpretação abstrata da realidade que, embora seja subjetiva, tem pretensões universais. Neon Genesis Evangelion foi um desenho animado japonês do gênero mecha criado para o público juvenil.

Então, o filósofo mais ortodoxo pode se perguntar por que eu considero o autor de Evangelion, Hideaki Anno, um filósofo. Partindo da definição deleuziana de filosofia como criação de conceito, qualquer um que é capaz de ultrapassar os limites da opinião e refletir com sinceridade sobre os problemas que confronta, chegando ao fim de seu decurso a uma explicação original do problema, é filósofo. E a obra filosófica de Hideaki Anno, a série Evangelion, tem um conceito filosófico bem original que eu pude observar e me parece bem válido. Esse conceito eu chamo de “instrumentalidade humana”, um termo recorrente no desenho, mas Anno não parece ter dado nenhum nome a esse conceito.

No desenho, o projeto de instrumentalidade é uma tentativa da SEELE de acabar com a natureza humana eliminando dela a individualidade, transformando todos numa coisa só, um único ser pleno. Durante os vinte e tantos episódios do desenho e mais um filme, logo se vê que Anno utiliza como base de seu conceito vários pensadores, notavelmente Freud, mas também Sartre entre outros. Além de fontes filosóficas e científicas, alegorias que se manifestam através de símbolos religiosos também são muito comuns.

Mas a instrumentalidade como vista no desenho não é, por si só, um conceito se tomada em sentido literal. Acontece que ela ilustra aquilo que Anno acredita ser a característica mais basilar do ser humano, sem a qual ele seria outra coisa: a solidão. Essa é a instrumentalidade-conceito. A solidão é a característica que motiva as ações humanas e as necessidades de todas as pessoas. Reconhecimento, proteção, sobrevivência, divertimento, são todos desejos que se originam do medo de ficarmos sozinhos, uma coisa plenamente justificada: mesmo que o ser humano disponha da razão como meio de se destacar dos outros animais, ele não tem valor fora de um conjunto. Um ser humano sozinho é o mesmo que nada. Essa seria uma força invisível que nos move sem que nós percebamos, como a vontade de viver de Schopenhauer. Por causa do medo de estar só, fraco e frágil, o ser humano procura alento nos outros, procura estar com amigos, numa tentativa de se sentir pleno. Quanto maior o contigente do qual nos sentimos parte, mais confiantes e poderosos somos, a ponto de extrapolarmos morais opressivas e estabelecer nossas próprias morais. Esse desaparecimento do indivíduo na massa, como que em LCL, provê o ser humano de uma força sem precedentes, que aumenta quanto mais pessoas se diluem num único ser coletivo. Isso é evidenciado na história mais de uma vez e até em nosso cotidiano. O desejo dessa plenitude e da perca momentânea da individualidade (porque a perda total dela é algo temido) é outra coisa que nos motiva para longe da solidão, da qual fugimos como do tédio de Pascal.

Mas a individualidade é algo que também prezamos e o conflito entre o medo de ficar só e o medo de se tornar um com os outros gera mais conflitos de variada severidade. Um deles aflinge o pequeno Shinji Ikari, que seria o “complexo do porco-espinho”. Para quem não sabe, essa é a apropriação por Anno de um conceito de Schopenhauer: relações humanas causam sofrimento quanto mais íntimas são. Isso porque temos individualidade, como que uma deformação que cresce conosco e que trabalha contra a instrumentalidade. Se não a tivéssemos, a plenitude experimentada pela diluição no todo seria mais acessível. A individualidade nos torna heterogêneos e dispersos, de forma que a experiência que tanto queremos, a de ser aceito, se torna dolorosa e insuportável quanto mais apegado o indivíduo é a si próprio.

Anno provavelmente não se considera filósofo, mas fez um ótimo trabalho construindo através de um desenho animado sua leitura da condição humana.

10 de abril de 2015

Simpósio.

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O Banquete – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Apolodoro.

  • O tema do banquete é o amor.
  • Eros, o amor, era negligenciado pelos poetas.
  • Amor é talvez o deus grego mais velho.
  • Amor parece sobrepujar outros desejos, como o de riqueza.
  • A vergonha de cometer um ato vergonhoso é maior se a pessoa que vê é a pessoa amada.
  • Pessoas morrem por amor. Por amor, se chega ao absurdo.
  • O amor por alguém que não retribui o sentimento parece mais generoso.
  • Amor é o mais poderoso dos deuses.
  • Para Pausânias, existem dois amores: celestial e popular.
  • O amor belo é o que se deve louvar.
  • O amor popular, para Pausânias, é o que afeta homens e mulheres. É desregrado, um tipo de luxúria. O celestial afeta apenas homens, normalmente entre adulto e adolescente. O desejo por crianças faz parte também do popular, porque não há igualdade de juízo, logo seria uma questão de ludibriar. Aristófanes diz que o amor por crianças, contudo, é por vezes legitimado.
  • O que valida um ato amoroso como belo ou feio é sua decência.
  • O amante popular ama o corpo do outro, não a alma.
  • Corpo é transitório. Quem ama corpos deixa de amar os corpos amados quando estes envelhecem.
  • Servir a alguém porque sua virtude aumenta dessa forma desqualifica a servidão como adulação.
  • A conquista amorosa pela virtude é bela. Conquistar o amado por outros meios é baixo.
  • Para Erixímaco, o amor está não apenas nas almas e nos corpos, mas em toda parte: animais, plantas e minerais.
  • A medicina parece estar relacionada ao amor.
  • Trazer harmonia ao corpo é fazer os elementos conflitantes se amarem.
  • Como na música. O grave e o agudo são díspares, mas podem ser postos de acordo pela arte musical. Juntar opostos sem lhes negar a diferença parece ser o que define uma ciência amorosa.
  • Aristófanes narra o mito do humano original, que era homem e mulher ao mesmo tempo, ou duplamente homem, ou duplamente mulher.
  • O sentido do mito do humano original é mostrar, por alegoria, que o amor é a busca do amante por complemento.
  • É mais fácil falar pra gente burra.
  • Até o presente, as pessoas falaram mais das felicidades proporcionadas pelo amor e não tanto do próprio amor.
  • Amor, para Agatão, é o mais jovem dos deuses; se fosse o mais velho, os deuses não lutariam entre si, coisa que só pararam de fazer recentemente.
  • Amor habita em almas delicadas.
  • Gosta de florzinha e tal…
  • Amor inspira qualquer um à poesia.
  • Amor é poeta porque não poderia ensinar poesia sem o saber.
  • Segundo Sócrates, o amor é amor voltado a algo. Quem ama, quer alguma coisa.
  • O amor é desejo. Se não é pleno, talvez nem seja um deus.
  • Mas, para desejar, é necessário carecer de algo que se deseja.
  • É possível também desejar o que já temos, no sentido de que tememos que isso nos seja tirado no futuro.
  • Amor ama as coisas belas, logo ele carece de beleza.
  • Se o que é belo é bom, amor também carece de bondade.
  • Só que carecer de algo não quer dizer, necessariamente, carência absoluta. Amor é meio-termo.
  • Opinião correta, por exemplo, é meio-termo entre sabedoria e ignorância. Não é ciência por não ter base racional, mas não é ignorância por acabar acertando a resposta.
  • Amor não é belo, feio, bom ou mau, mas o meio-termo destes. Parece conciliar as definições de Pausânias, explicando por que o amor às vezes é popular e outras celestial.
  • Amor, para Sócrates, é carência de algo. Ora, se o amor carece de beleza e bondade, não é um deus.
  • Amor também não é mortal, pois está no meio-termo. Ele ressuscita quando morre, então é efetivamente imortal, mas não totalmente imortal, porque, se fosse, não morreria em primeiro lugar.
  • Amor é mensageiro entre deuses e humanos.
  • Amor é filósofo, pois deseja coisas belas. Só pode ser filósofo quem se reconhece ignorante, já que o ignorante ignora sua ignorância e se acha sábio, enquanto que o sábio já sabe tudo e não precisa aprender mais nada.
  • O amado e bom e belo para o amante.
  • Quem ama vê no outro aquilo de que carece. Por isso amantes sentem-se felizes quando juntos, porque sentem-se plenos.
  • Amantes querem ter o amado para sempre.
  • É possível também amar por instinto de aspiração à imortalidade. Isso é retomado por Schopenhauer. Se reproduzir é o mais perto que podemos chegar de sermos imortais e é esse amor que move os animais irracionais, um desejo de se aproximar da imortalidade pela continuação da espécie. Em Schopenhauer, essa é a principal, se não a única, razão que guia o amor erótico.
  • Esse amor pela imortalidade também pode guiar humanos, mesmo os que amam coisas imateriais. Os humanos querem deixar sua marca no mundo, algo pelo qual sejam lembrados. Então, depois de fertilizados pela sabedoria ou pela arte, por exemplo, procuram um local belo onde possam conceber suas obras, gerando sua posteridade.
  • O amante deveria fazer uma ascensão gradual de contemplação do belo: primeiro ama a beleza de cada corpo, depois a beleza comum aos corpos, depois a beleza das ciências e das leis, depois a beleza em si mesma.
  • Alcibíades é ridículo quando bêbado, transformando um diálogo muito efeminado em um diálogo efeminado demais.
  • O diálogo termina com oito páginas de elogio a Sócrates, proferido por Alcibíades.

7 de abril de 2015

Altas esperanças e escolhas diferentes.

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Why Linux is still not ready for desktop.

Existe um ditado que diz o seguinte: “Se você quer facilidade de uso e personalização, use Windows; se você quer estabilidade e personalização, use GNU/Linux; se você quer facilidade de uso e estabilidade, use Mac OS”. Eu não sei quem escreveu isso nem qual o grau de precisão dessa afirmação, porque nunca usei Mac OS, mas isso resume bem um fato que muitas pessoas parecem se esquecer: sistemas operacionais são diferentes, cada um com suas fraquezas e vantagens, nenhum é igual ao outro e é ingênuo querer um sistema operacional perfeito. Muitas pessoas, quando ouvem falar de Linux, não lhe prestam a devida expectativa. É sempre uma expectativa muito alta ou muito baixa. Quando muito alta, o usuário espera que Linux seja melhor em tudo, o que o desapontará. Quando muito baixa, ele reprova o sistema antes mesmo de usá-lo ou quando encontra o primeiro problema.

No artigo acima, o senhor Nick Farrell explica suas razões para crer que Linux não está pronto ainda para o uso em computadores pessoais. Mas qual o quê? Eu uso GNU/Linux há cinco anos e sempre o achei melhor que Windows em vários sentidos. E eu não sou o único a pensar dessa forma; muitas pessoas estão felizes e satisfeitas usando Ubuntu, Debian, Tails ou Linux Mint, por exemplo, então parece que GNU/Linux está, sim, pronto e dando resultado. Então como é que Nick chegou a uma conclusão tão díspar das experiências de vários usários ao redor do mundo? Simples: ele concluiu segundo sua experiência. Nem todos gostam de Linux e nem todos deveriam usá-lo se há sistemas que melhor suprem suas necessidades. Outro problema que ocorreu ao senhor Nick, é um que acomete a muitos, que é o de usar o Ubuntu como representante universal de todas as distribuições Linux. Assim, para a pessoa que pensa dessa forma, reprovar Ubuntu é reprovar Linux, o que é generalista e desnecessário.

Um problema com essa perspectiva se manifesta logo no começo de seu artigo, quando ele diz que juntar Linux e Adobe Flash Player é uma dor. Juntar Ubuntu e Flash, da última vez que eu tentei, foi mais uma coceirinha (tive que baixar e manualmente colocar o plugin Flash no Firefox), mas isso não é verdade em Linux Mint, o qual vem com Flash e outras tecnologias proprietarias por padrão. Então, ele se apressou demais ao dizer que Linux e Flash são um casal desfuncional, porque existem outros “Linuxes” que fazem o trabalho muito bem.

O resto do artigo cai inteiramente sobre sua experiência própria. Ele diz que o Libreoffice não é capaz de reter corretamente a formatação do Microsoft Office, o que é entendível, mas para pessoas que preferem não piratear ou pagar por software e que usam o Libreoffice em lugar do MS Office isso não é, de forma alguma, um problema. Então, esse não é um julgamento que manifesta uma falha no Libreoffice que é tão grave que o torna inapto para o terreno dos computadores pessoais, mas uma falha que o deixa menos amigável a usuários de MS Office. Libreoffice faz um bom trabalho, mas não se deve esperar que código aberto e código fechado sejam 100% compatíveis logo de cara. Então, se esse não é um problema que afeta a todos, mas um grupo específico de usuários (os de MS Office que precisam reter a formatação entre um programa e outro), não há necessidade de dizer que Libreoffice não é apto para uso em computadores pessoais, por exemplo. O mesmo argumento é válido para sua comparação entre o Photoshop e o Gimp, porque é claro que ele reprovará o Gimp se o que ele estiver tentando fazer realmente só é possível no Photoshop (ou, pelo menos, é mais fácil no Photoshop).

Ubuntu é bom para máquinas normais, tal como a maioria dos sistemas GNU/Linux que se seguiram ao Ubuntu, o qual, apesar de não ter contribuído tanto com o código do Linux, contribuiu e muito para a sua popularização (o que, por sinal, contribuiu para agregar mais contribuidores potenciais à comunidade). Mas Ubuntu ou Linux em geral não é, de forma alguma, perfeito e devemos nos abster de altas esperanças ao tentar algo novo, encarando as mudanças como coisas diferentes, não como melhor ou pior, um julgamento que só deveria ser emitido após devidamente pensado e fundamentado. Julgar algo segundo sua experiência apenas é chamado “opinião” e uma opinião que diz que um sistema operacional não está pronto para uso em computadores caseiros, sendo que vários computadores caseiros o executam e há vários administradores e usuários comuns satisfeitos com ele, não deveria ser levada a sério.

Existem testes online (antes de usar Linux, eu respondi um questionário numa revista que seu propunha a dizer que sistema era melhor para pessoas com minha personalidade) que podem lhe indicar qual sistema é melhor para você. O importante é ficar com aquele com que você se identifica mais e te permite ser mais produtivo, seja ele qual for. Mas deixe em paz os outros que fizeram escolhas diferentes.

4 de abril de 2015

Assumir pra quê?

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Painel ‹ Pedra, Papel e Tesoura. — WordPress.

Hoje, enquanto eu me preparava para editar um rascunho no meu diário, eu percebi que um dos termos de busca que atrai pessoas ao meu diário é “como assumir que sou amante de fralda?” E eu queria saber, assumir pra quê? Em primeiro lugar, todos nós temos segredos, isso se chama ter vida privada. A declaração dos direitos humanos nos diz que o direito à privacidade é inalienável e por uma boa razão. Isso é feito para salvaguardar a dignidade das pessoas que por vezes praticam coisas que são benéficas, por exemplo, mas embaraçosas ou dificilmente entendidas pela sociedade do tempo e do terreno do indivíduo. E, para algumas pessoas, usar fraldas proporciona vários benefícios, como conforto emocional, prazer ou até gratificação sexual.

Mas isso é justamente uma daquelas coisas que cai na categoria de “embaraçosas e dificilmente entendidas”. Para a maioria das pessoas, o comportamento sexual anormal é sempre motivo para chamar o médico, o filósofo clínico, o pai de santo… mas quem tem algum bom senso deveria saber que o que não faz mal a você ou aos outros não tem nada de doentio. É uma idiossincrasia, sem dúvida, mas não exatamente maligna. Eu já expus minhas razões para não condenar o infantilismo parafílico e o fetiche por fraldas, mas não falei quais as razões para manter o desvio em segredo.

Se isso não for óbvio o bastante, a grande maioria das pessoas anda presa ao sistema binário de classificações sexuais. Nesse sistema, as únicas orientações sexuais possíveis são heterossexual, homossexual, bissexual e assexual. Enquanto elas tentam se enfiar desesperadamente em algum desses rótulos, zombam de qualquer coisa que não cabe neles, por vezes em um esforço de se assegurar que estão fazendo a coisa certa. Procuram justificar sua conduta para si próprios, pelo escárnio do outro, como se dissessem a si mesmos “se eu não entrar nesses rótulos, serei eu o próximo a ser escarnecido.” Eu sei disso porque a tentativa de ludibriar a si mesmo a acreditar em algo que não completamente lhe convence é algo que fiz no passado. Muitas pessoas com sexualidade perfeitamente aceitável, num esforço para ser normais, adotam para si rótulos que não lhes descrevem, mentindo para si mesmas.

Ou seja, o problema não está no fetichista, mas nas pessoas ao seu redor, que precisam se rotular e excluir aqueles que não tem rótulo, num esforço de se sentirem mais seguras, porque terão pares. Num mundo onde é normal estar errado, quem está certo acaba sendo chamado de louco. E é certamente errado que as pessoas julguem e condenem as outras por um comportamento que não decidiram ter e especialmente quando não o entendem completamente e ainda mais quando o comportamento se mostra inofensivo. Só que é isso que a maioria vai fazer. Então, se você quiser assumir seu fetiche para alguém, tem que ser alguém de confiança e que não vá tomar uma atitude contra você ou sua luxúria. Isso significa que a pessoa não pode ser um pai ou mãe, porque eles são imbuídos de autoridade e poderão fazer algo contra você ao menor sinal de que algo vai errado com você, o que pode incluir seus desejos sexuais estranhos. Também não podem ser irmãos, por sua proximidade dos pais. Devem ser amigos livres de suspeita e que você conhece a mais de um ano. Amigos que já confessaram algo sexual a você são também bons candidatos, porque você pode revidar no caso de chantagem.

Alguém escreveu “não diga a um amigo nada que você esconderia de um inimigo”, então o ideal seria não contar para ninguém. Mas, caso você creia que isso vá fazer diferença positiva em sua vida, leve em consideração o que eu disse acima. Um amigo de longa data que já partilhou segredos com você, esse parece ser o tipo de pessoa que mais se aproxima do ideal. Se realmente quiser contar, fale isso numa ocasião propícia, construa o clima antes, dizendo que queria contar algo que é importante. Ou você pode esperar para que comece uma conversa sexual e que penda para o lado não convencional. Ou você poderia provocar essa conversa com os artifícios certos. Não conte tudo de uma vez também, mas uma coisa de cada vez, pequenos detalhes, espere outra ocasião para falar mais coisas, de forma modular.

Agora que você está de posse dessa informação, pode continuar o que estava fazendo. Que tal checar seu e-mail?

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