Pedra, Papel e Tesoura.

28 de fevereiro de 2012

Dor infeliz no… pé.

Changeset 1141 | Source/SVN | Assembla.

Hoje acordei com uma irritante dor no peito do meu pé esquerdo. Nada que eu não pudesse aguentar. Mas a medida que o dia passava, a dor ficava mais e mais forte. Fui à universidade e, como de costume, burocracia aconteceu.

Aparentemente, me matriculei no código errado e terei de cursar estrutura e funcionamento do ensino fundamental e médio com o pessoal do curso de letras. Isso me deixa um tanto desconfortável, já que faço parte do curso de filosofia e cursantes de letras têm fama de serem hostis com “aspirantes a filósofos”. Não sei se é verdade, mas vamos esperar que o esteriótipo esteja incorreto.

A aula de didática geral, contudo, não iria acontecer no Centro. Eu tinha que me deslocar até o Instituto. Andar foi muito penoso. Eu provavelmente consegui alguns olhares de transeuntes com meu andar de quem pisou em cocô. Mas a verdade é que meu pé estava doendo cada vez mais. Era muito irritante, aliás, é muito irritante. A professora de didática resolveu faltar, então foi em vão.

Andar até a parada de ônibus foi outra batalha, mas desta vez mais suportável; andar na ponta dos pés era menos doloroso. Cheguei em casa para um merecido cochilo. Me deitei no colchão, puxei o lençol sobre mim, fechei os olhos, dei um sorrisinho satisfeito, chupei o dedo e dormi por uma hora e meia.

Fiquei de jogar sinuca com um jovenzinho testemunha de Jeová que tem uma inexplicável admiração por mim. Além disso, o pai dele quer que ele aprenda música e ele se interessou pelo LMMS quando ele me viu compondo. Fui até a casa dele e descobri que ainda sou péssimo em sinuca, tal como eu era treze anos atrás. Instalei o programa e o ensinei a usar o song editor, o beat+bassline editor e o FX-mixer. Falta o controller rack. Mostrei para ele os plugins, as amostras e os presets. O garoto se apaixonou pelo programa, especialmente pelo cover da música Final Countdown, do Europe, que vem com a versão mais recente do programa (0.4.13).

A volta para casa foi agonizante. A dor não parava de crescer. Até que, enquanto eu andava pela minha casa, a dor me atingiu com tanta força que me curvei, agarrei meu pé e fiquei parado por um minuto, incapaz de me levantar até que o pico de dor passasse. Me pergunto o que pode estar errado.

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