Analecto

27 de janeiro de 2013

Atualizações, atualizações…

Sabem do que o WordPress precisa? Precisa de suporte ao editor de rich text format do Firefox. Mas de toda forma. Falei com meu pai uma semana depois da festa de ano novo para limpar as coisas com ele. Acontece que eu confundi a namorada dele (a namorada de fato) com uma de suas biscates. Então, eu julguei mal a namorada do meu pai e a família dela, pois todos eles gostam de mim. A biscate dele, contudo, é uma besta triangular.

Quase chorei conversando com meu pai, porque, no final, maior parte do erro foi meu. Mas eu ainda lembro da virada de ano para 2012 em que eu fui para a casa da namorada dele e não consegui me divertir porque rolou uma festa e eu odeio festas, mesmo jantares elaborados, que normalmente reúnem um grande número de pessoas com humor oposto ao meu. E meu pai queria que eu me divertisse, o que só me irritava ainda mais. É incrível, por acaso eu sou forçado a gostar de festas?

O que importa é que somos amigos de novo, isto é, pai e filho que se amam muito mesmo. Bom saber que as coisas se normalizaram como esperado.

Hoje li um tal Pokémon Pocket Monsters e ri bastante. É um mangá ridículo mesmo, tão ridículo que chega a ser bom. Li dois volumes. Bom, tentei ler, porque o negócio estava todinho em japonês.

Falando em idiomas, finalmente consertei um problema irritante com o Firefox. Antes, os dicionários de português ficavam se confundindo. Hora eu estava com o dicionário de português padrão, hora com os outros, visto que os dicionários tinham nomes parecidos e não era possível desinstalá-los pela interface do Firefox.

A solução é simples. Ctrl+Alt+T agora (se você é usuário de Windows, pode continuar sofrendo mais um pouco). Digita aí… sudo su. Bota a senha do administrador. Digite nautilus (ou qualquer que seja o nome do seu gerenciador de arquivos). Navegue pra /usr/lib/firefox/dictionaries e apague pt.aff, pt.dic, pt_PT.aff e pt_PT.dic. Para ter certeza, vá também pra /usr/lib/firefox-addons/extensions e apague langpack-pt-PT@firefox.mozilla.org.xpi e pronto. Seu navegador passará a conhecer apenas português do Brasil e inglês. Uma vez configurado para português, ele não irá mais confundir os dicionários, visto que só haverá um lá. Esse é o meio gráfico que fazer as coisas. Não sou bom de linhas de comando, mas acredito que fazer essa operação pelo Terminal sem recorrer ao Nautilus seria:

sudo su

cd /usr/lib/firefox/dictionaries

rm pt.aff

rm pt.dic

rm pt_PT.aff

rm pt_PT.dic

cd /usr/lib/firefox-addons/extensions

rm langpack-pt-PT@firefox.mozilla.org.xpi

exit

Menos um problema irritante. Mas esteja pronto para apertar Ctrl+Alt+T muitas outras vezes em sua vida. Mas isso não importa muito, certo?

Resolvi ouvir umas músicas que não ouço há muito tempo, como Adam’s Song, do Blink 182. Percebi que não gosto mais de me sentir triste (bem, talvez um pouco), porque Adam’s Song me deixou bastante constrito e desconfortável, embora eu ouvisse essa música até a exaustão quando eu tinha catorze anos e gostava dela exatamente porque ela me fazia sentir tristeza. Ainda gosto um pouco, mas não tanto como antes.

Fora isso, visto que meu chefe foi contratado por um estúdio de jogos eletrônicos de verdade, o projeto Furquest está estagnado e ficará assim por um longo tempo. Com isso, perdi as esperanças no jogo e me enfiei em outro projeto, um Pokémon feito por fã chamado Super Pokémon World, desenvolvido por um pokémon e um amigo dele. Me sinto mal pelo que está acontecendo com Furquest, mas eu não sou programador e me falta dedicação para aprender C depois do fiasco pelo qual passei tentando aprender Lua. Eu simplesmente não consigo entender o funcionamento das linguagens de programação e como arquivos de texto tornam-se executáveis, como os arquivos são lidos e interpretados, tudo isso pra mim é demais. Meu chefe parou até de retornar minhas mensagens (até ontem).

Terminei de ler pela terceira vez a Antologia Ilustrada de Filosofia, comecei a ler a quarta vez, mas fiquei entediado. Então anotei o índice do livro e o usarei para me aprofundar mais nos assuntos que gosto usando a Internet. Basicamente Schopenhauer, Kierkegaard, Epicuro e Espinosa.

23 de janeiro de 2013

Sem sono.

UECE – Aluno On-Line.

Desliguei o computador às vinte e três horas, com sono, mas fui me deitar, dei uma necessária patada e depois não consegui mais dormir. Resolvi checar o Aluno Online para ver se os reajustes de matrícula já estavam de pé e, para minha surpresa, estavam. Corrigi meus enganos e inclui disciplinas de acordo com minha disponibilidade, que é alta.

  • Tópicos de filosofia nível um.
  • Ética nível três.
  • Filosofia da educação nível um.
  • Psicologia da aprendizagem.

Eu faria mais se me fossem ofertadas disciplinas no primeiro horário das sextas-feiras, mas é a vida. Que bom que este será um semestre produtivo. Mal posso esperar para começar.

6 de janeiro de 2013

Blog controverso, mas, válido ou não…

C O N T R A F E M I N I S M O. Ódio aos homens: quando ”homens” sentem vergonha de serem do próprio gênero..

Li todinho. Li outras partes do diário também e fiquei meio pensativo sobre a índole do “masculinismo”. Quero dizer, de fato, o fanatismo genérico feminista deve ser combatido, como qualquer outro fanatismo.

Mas atente para este que compartilhei no sítio acima. Esse texto me fez perceber uma coisa. Se eu me esconder e ganir até a frota terminar de passar por cima de mim, não estarei sendo melhor que o colunista mencionado no texto. Talvez a situação que imagino seja real, mas me conformar com ela não é uma opção. Talvez eu não possa mudar toda a realidade que talvez exista, mas posso mudar as casas adjacentes a medida que me movo no tabuleiro.

Sem metáforas, se eu continuar acanhado e com medo das mulheres, nada estou fazendo para mudar a minha situação. Elas se colocaram a par de nós no passado percebendo que são tão humanas quanto nós. Agora que, pelo menos na realidade ao meu redor, elas estão abusando do que conseguiram e passando por cima de mim, talvez eu possa me pôr a par delas, porque somos todos animais no final.

Iakhot uma vez me disse:

Se você continuar vendo a si próprio como fraco, as pessoas lhe verão como tal e lhe tratarão como tal.

Se eu quiser que elas parem de zombar de mim, não posso parecer um alvo. A medida que a situação melhorar, poderei me considerar verdadeiramente a par delas.

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