Analecto

19 de outubro de 2013

Que bom que “SPC” baixa rápido.

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Atualizei o Ubuntu para a versão 13.10 ontem, mas me arrependi de ter atualizado ao invés de formatar. Muitas coisas ficaram defeituosas aqui e resolvi que nunca é tarde para uma formatação. Peguei três discos para salvar meus arquivos e aí, na hora de colocar meus arquivos neles, percebi que meu drive de DVD estava defunto. Bom, não percebi imediatamente, afinal não é um cadáver humano. Fiz vários testes, tentei montar dispositivos, tentei os discos noutro computador (funcionaram), chequei se outras unidades montavam… tudo apontava para a falência permanente do meu drive de DVD. Você nunca acha que isso vai acontecer a você até acontecer de fato, né?
Sem dispositivos de memória flash convencionais, fiz a audácia de gravar a imagem do Ubuntu na minha câmera digital. Fiz então o arranque por ela e consegui formatar. Mas perdi todos os arquivos que eu tinha. Infelizmente, meu projeto de monografia estava no meio… Que bom que lembrei de salvar meus certificados e minha base do Keepassx no Ubuntu One, contudo. Pelo menos estou gostando da nova versão e, cá entre nós, não perdi muita coisa. Tudo o que eu havia perdido é facilmente recuperável, exceto, claro, quase dez gigabytes de música de jogos eletrônicos. Que bom que SPC baixa rápido.
A professora de filosofia da educação me falou que o meu trabalho está complicado demais. Ela me disse que algumas palavras estão simplesmente inapropriadas e que minhas frases estão longas demais. Perguntei se eu tinha que simplificar o texto e ela disse que sim. Muito bem, você sabe que está escrevendo de forma muito complexa quando sua professora reclama que não consegue te entender. Ela me disse para enxugar o texto e deixá-lo menor, removendo os adornos e bonitezas. Achei muito estranho, mas acho que é válido… Afinal, o que importa é ser entendido por quem está lhe ouvindo ou lendo, mesmo que isso signifique emburrecer linguagem usada.
Finalmente pude apresentar meu trabalho de psicologia da aprendizagem. Foi um sucesso total, embora eu estivesse um pouquinho nervoso. Nada que me impedisse de apresentar de forma mais que satisfatória. Meu colega de trabalho me falou que a professora parece ter muito respeito por mim, me olha de forma diferente e que ela provavelmente é solteira. Eu admito que corei com o comentário. Ele estava implicando que talvez a professora “gostasse” de mim.
Começamos outro texto em antropologia filosófica e, até agora, tem sido ótimo. Por quê? Bom, ele fala dos limites da ciência. Meu professor comentou que, como o Japão é muito orientado à tecnologia, você vê muitos instrumentos musicais vindos do Japão, mas nenhum grande compositor japonês. Não perdi a chance de dizer em alto e bom som:

Nobuo Uematsu.

Ele me perguntou quem era e eu disse que era um grande compositor japonês, ora bolas. A ideia que ele quis passar é que, em sociedades muito tecnicistas, o interesse por atividades “clássicas” é menor. Ele tentou comentar que você não vê livros de psicologia vindos do Japão e aí falei de um livro chamado “Ensino e Aprendizagem: Abordagens do Processo” (acho que esse é o nome) que, embora não seja exatamente psicologia, é um texto escrito por uma japa e que estamos usando em psicologia da aprendizagem.
A coelha iria amar ler isso, ela que gosta tanto do Japão.

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