Analecto

7 de janeiro de 2014

Mas o tempo passa.

Depois de ter quebrado o sistema com o Xdiagnose, o que ainda me surpreende, perdi o manual que eu estava escrevendo, ou melhor, que eu havia terminado de escrever. Aquele manual de Linux Multimedia Studio. Mas já estou consertando isso. Os problemas de emulação persistem, contudo, mas ainda posso usar emulação online, que é legalmente mais seguro. Organizei tudo conforme minha vontade e, vejam só, nem é tão diferente assim do Ubuntu. Já usei Tails, Ubuntu, Debian e agora Linux Mint, então acho que meu currículo está mais rico. Os professores da creche continuam de greve então não posso fazer muito para alcançar minha meta absoluta de ensinar filosofia em escolas públicas, mas pelo menos posso ensinar informática, visto que já terminei as disciplinas de didática e um curso de informática. Irônico que sou muito fraco em Windows, que o pessoal diz que é fácil. Instalei mais umas coisas, notavelmente o Tor, e percebi que o firewall do Linux Mint vem desativado por padrão. Ativei, mas meio que sem razão; não há nenhuma política de firewall ativa por enquanto. Na verdade, com um firewall fraquinho como este (não que eu não possa fortificá-lo), eu poderia me livrar do status de rede “firewalled” do I2P. Além de que, de acordo com os técnicos, meu roteador não tem firewall também, então o problema do firewall que eu tinha era provavelmente uma tábua do Iptables mal-configurada. Ou talvez o problema nem fosse o Iptables

Meu chefe me chamou pra entrar no Steam. Engraçado que ele fez isso depois de ver o quanto meu computador é velho. Quando eu o ganhei no SPAECE anos atrás, era um computador topo de linha. Mas o tempo passa e peças não se atualizam sozinhas. Que bom que uso Linux, logo não tenho que me preocupar em manter minhas peças à par das de outros computadores, visto que software desenvolvido para Linux pode funcionar mesmo em máquinas ditas obsoletas (Xubuntu que o diga). O Linux Mint tem uma ferramenta ótima chamada Informações e Teste do Sistema, que gera um relatório completo das peças e do software da máquina, como o tal do Everest (que virou AIDA64, se não me engano). É bom eu ter isso instalado pra quando eu mandar meu computador para os técnicos e quiser ter certeza de que não roubaram nenhuma peça. Tem que ser paranóico.

Me diverti com o Zemanta enquanto ele estava integrado ao WordPress. Mas sumiu sem aviso. Que bom que tem um complemento para Firefox que ativa o Zemanta em três sites, então resolvi usar. Este diário não tem muitos anúncios, mesmo, mas acho que faz sentido eu fazer uma propaganda viva do software que eu uso. Então, você verá uma ligação abaixo de cada entrada que lhe levará ao sítio do Zemanta. Basicamente uma ferramenta que permite a fácil adição de imagens e ligações numa entrada do WordPress e do Blogger. Como são imagens incorporadas, na prática são apenas texto, não exaurindo assim a cota de espaço destinada ao usuário gratuito.

Fiz uma limpeza geral nos meus arquivos pra ter certeza de estar consumindo o mínimo de espaço possível, além de que aprendi a importância de fazer backup. Também tive um casal de problemas com o tal Bleachbit. Mas são águas passadas. Não recomendo fazer limpeza de disco no modo de superusuário, por falar nisso. A razão é simples: se você aborta a limpeza, um arquivo gigante será criado no diretório pessoal do superusuário (/root), que não é fácil de remover, mesmo pela linha de comandos, dado o seu tamanho e o fato de ser propriedade do superusuário.

Enhanced by Zemanta
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