Analecto

30 de julho de 2014

Julho, terceira parte.

Filed under: Organizações, Passatempos, Saúde e bem-estar — Tags:, , , , — Yure @ 20:47

Perdi aula esses dias por causa de uns exames que tive que fazer, mas acredito que possa recuperar o tempo perdido com as declarações e poderei fazer a segunda chamada da prova de Parmênides. Já terminei o trabalho sobre a definição de sofista no… Sofista. E também já terminei meu artigo e plano de aula de metodologia. Essa tosse horrível não está afligindo só a mim, mas a muita gente e isso me preocupa um pouco. Interessante que, aqui em casa, eu, minha mãe, minha irmã e meu sobrinho estamos com essa tosse que se intensifica quando tentamos dormir, mas não meu irmão, que é adotivo. Isso reforça minhas suspeitas de que é uma alergia, já que alergias são hereditárias, todos vivemos sob as mesmas condições e, ainda assim, ele é o único que não sofre deste mal.

Mas que seja. Estou ficando melhor nos meus desenhos, voltei a escrever ficção ruim e a compor música, após me render à versão 1.0 do LMMS devido a apelos de usuários da LSP. Graças a minha leitura da obra de Thomas Kuhn, percebi que, por vezes, é bom romper com paradigmas. É triste quando uma pessoa precisa da filosofia da ciência pra entender a importância da mudança. Mudei um pouco minha agenda, mas não por razões idiotas como “mudar minha vida segundo a percepção de algo”, mas por questões de praticidade mesmo. Logo a mudança na minha agenda e a mudança de “paradigma” na composição musical ocorrem em momentos parecidos por pura coincidência.

Fico meio chateado com a versão 1.0 do LMMS para GNU/Linux: ela tem alguns defeitos-chave que me impedem de usufruir do programa em sua completude. O LMMS foi a razão de eu mudar para GNU/Linux, mas eu já havia percebido que os desenvolvedores, desde a versão 0.4.8, tem um apreço todo especial pela versão para Windows, negligenciando a versão nativa para Linux, que foi onde o programa surgiu. Na versão 1.0, as siglas LMMS não mais tem qualquer significado, quando antes significava “Linux Multimedia Studio”. Foi o fim do compromisso dos desenvolvedores com o GNU/Linux. Quer LMMS na sua distribuição? Compile-o, porque ninguém mais está fazendo binários. Estou usando a versão mais recente com auxílio do Wine, o que me deixa um pouco triste: tenho que usar a versão pra Windows porque a versão original pra Linux não presta.

O professor de metafísica fará a segunda chamada da prova no mesmo dia em que receberá a definição de sofista. Então tenho uma semana para me preparar e tenho o lugar perfeito pra isso: meu diário. Afinal, todos os meus trabalhos passados de metafísica estão aqui. Já dei uma revisada no Górgias e revi meu texto de Aristóteles. Também revi o de Parmênides, só pra lembrar das grandes sacações dos comentadores, que parecem tirar as interpretações deles do chapéu.

Parece também que o professor de metafísica finalmente notou que eu não presto atenção na aula dele. Ele me pegou de surpresa ao me perguntar como as categorias de Aristóteles de relacionam com a subjetividade transcendental de Kant e eu saí com a mentira de que eu nunca havia estudado Kant. Mas ele disse que eu não sabia responder porque eu não estava prestando atenção. Bom, ninguém soube responder, mesmo aqueles alunos que estavam prestando atenção (não estavam?). Admito que eu estava mesmo desinteressado, mas, se ninguém sabia a resposta, talvez o problema não residisse no nível de atenção dos alunos. A exposição dele é monótona e por vezes confusa. Só que, quando alguém entende alguma coisa, não pergunta, por medo de receber um sermão. Eu, pelo menos, recebi um sermão como resposta às duas únicas perguntas que eu fiz pra ele durante o curso. Claro que ele, depois do sermão, me deu uma resposta meia-boca, insatisfatória, mas achei melhor manter a dúvida do que fazer outra pergunta e ser novamente execrado. Sem falar que, supondo que o aluno ache que a pergunta faz sentido e pode ser feita seguramente, ele não deixa claro quando podemos fazer perguntas e quando não podemos, pois as perguntas dos alunos por vezes atrapalham sua linha de raciocínio e ele briga conosco por isso também. Então, quando a exposição dele não é tão chata a ponto de os alunos prestarem atenção, ninguém quer sanar suas dúvidas. Quando querem, não encontram tempo.

A professora de metodologia liberou os alunos pra elaboração do artigo, só que eu só fiquei sabendo disso hoje, depois de voltar, pela segunda vez, sem aula da universidade. Eu faltei a última aula dela pra fazer exame, então perdi o aviso. Espero que ela deixe eu apresentar meu plano de aula e meu artigo na aula que vem, na qual apenas artigos devem ser apresentados. Acho que o meu está bom o bastante, tem doze páginas, lotado de citação de gente famosa, tem uma piada sobre Hegel, análise crítica do assunto, tema interessante, é claro, conciso e, o melhor de tudo: tem uma boa dose de pensamento original. Eu não esperava que a professora fosse permitir tal coisa num artigo científico da graduação, exceto na conclusão.

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29 de julho de 2014

qdfs – sid

Filed under: Computadores e Internet, Música, Passatempos — Tags:, , , — Yure @ 17:15

qdfs – sid.

Quem dera eu tivesse visto isso antes! Quem diria? Um repositório com reinterpretações feitas em Commodore 64 de música popular! Pink Floyd, Pet Shop Boys, Queen, Nirvana, Michael Jackson, Megadeth! Se você tiver uma forma de tocar áudio Commodore 64, vale toda a pena!

20 de julho de 2014

Julho, segunda parte.

Filed under: Saúde e bem-estar — Tags:, , , , , — Yure @ 14:32

Estou me preparando para me preparar para a apresentação acerca da Metafísica. Isso, me preparando para me preparar. Eu deveria estar com o lance já pronto, mas é que fiquei muito confiante e decidi que podia adiar um pouco. Só que esse pouco virou muito, então… Também estou escrevendo um artigo, que, na minha opinião, também ficará muito massa, sobre a forma correta de ensinar filosofia no ensino médio. É a parte mais fácil. Além disso, também tem o trabalho de equipe sobre Thomas Kuhn. É uma apresentação, na qual devemos discutir como a teoria dos paradigmas de Kuhn se relaciona com o documentário What happened before the Big Bang?

Tenho comido menos e minha mãe fica preocupada com isso, infelizmente. Não acho que estou consumindo pouca comida, só acho que a comida que tenho de comer às vezes não me satisfaz esteticamente. Mas acho que voltarei ao ritmo normal, já que o gosto de cola já saiu da água dos canos, após um arremendo de conserto feito pela CAGECE. Já quanto ao meu sono, tem melhorado, embora eu ainda ache que eu precise de mais. Então, resolvi que tirarei cochilos durante a tarde e sempre após cada refeição. Assim, após o almoço, durmo, acordo e lancho. Após a janta, durmo, acordo e tomo café da manhã. Veremos se isso funciona.

Tenho desenhado bastante, por vezes sob o atento olhar do meu professor de metafísica. Ele nunca me pegou e, cá entre nós, isso seria desastroso. Ele me daria um sermão daqueles, talvez confiscasse meu bloquinho e imagine se ele visse os desenhos sexuais! Deus, eu estaria em sérios apuros. Além disso, resolvi parar, ao menos por enquanto, de escrever ficção. Sou muito ruim disso. Mas, ao menos, estou voltando aos poucos à música, depois de uma “mudança de paradigma” no meu controle de qualidade.

19 de julho de 2014

Interview: David Wise « Nintendojo

ND: Did you have to fight your corner sometimes for space on a cartridge?

David: Oh yeah, absolutely, we were putting all those 3D graphics into the games, and if they could have taken memory from the audio, they would have. When we were developing Star Fox Adventures for the GameCube they compromised it totally. The audio could have been a much larger part of the game, so even with all the space on disks it never stops. Anything that can be taken, will be, and used for the graphical side of the game.

Via Interview: David Wise « Nintendojo.

Ah, é por isso que eu prefiro a música dos jogos quarta geração. Não que eu não goste da música dos jogos mais recentes, mas tenho essa preferência.

10 de julho de 2014

Julho, primeira parte.

O professor recusou meu trabalho sobre a retórica porque não havia citações do texto de Platão. Ele queria ter certeza de que estávamos lendo o texto e, embora eu tenha lido, não dei nenhuma prova de tê-lo feito. Então, adicionei três citações do Górgias para ter certeza de que ele não vai achar que estou colando da Internet. Pelo menos, ele não aceitou o trabalho de ninguém, logo não fui o único injustiçado. Não que isso torne o ato dele justo.

As aulas de metodologia continuam tão chatas que nem parece que a professora planeja elas. Encontrei os artigos que ela pediu e tenho que criar meu próprio artigo encima desses achados. No meio tempo, devo também produzir um plano de aula, não que isso seja lá muito difícil, especialmente considerando que tenho em mente uma sala de aula hipotética, não alunos reais. Ela quer que usemos o método do tal Galo, que lidera uma pesquisa brasileira acerca do método correto de se ensinar filosofia no Brasil. O método consiste principalmente no planejamento correto e na aplicação. Você deve primeiro sensibilizar o aluno para a questão a ser tratada, em seguida problematizar (fazer a pergunta), apresentar o conteúdo relevante à pergunta e só então concluir, com os alunos, a “resposta”. Assim, o ensino das outras áreas peca por começar apresentando o conteúdo sem problematizar antes. Por exemplo, se apresenta o teorema de Pitágoras como uma solução pronta e acabada, sem jamais se tocar no assunto do problema que levou Pitágoras a desenvolver o teorema. As pessoas só pensam ao se depararem com problemas. É por isso que o ensino tende a ser tão frustrante para os alunos, porque nunca se diz que problema eu posso resolver com a informação que eu aprendo.

Dei um susto em todo o mundo depois que eu, enquanto tentava dormir, aturei até o limite os gritos e comentários bestas do meu irmão mais velho enquanto assistia televisão com minha irmã. Dei um grito nele, tão alto e tão visceral, que não só ele calou a boca, como eu consegui expulsar minha irmã pra casa dela, fiz minha mãe bater nele e deixei meu sobrinho apavorado. Mas, fora isso, dormi tão bem que faria de novo. Mamãe disse pra eu não fazer, mas nada fica entre meu sono e eu. Quer me ver doido de pedra? Atrapalhe meu sono. Aí eu te mostro quantos fragmentos tem a obra de Heráclito.

Eu que nem gosto de futebol e quero mais é que esse assunto fique longe de mim, acabei vendo, por acidente, enquanto mamãe assistia o jornal, a joelhada lendária que o Neymar levou. Lembrei logo da senhorita Ann, que disse que futebol não é violento o bastante pra ser considerado esporte. Na verdade, esporte é um negócio no qual deveria haver aquilo que se denomina espírito esportivo, não violência. Mas espírito esportivo é um negócio muito bonito, muito platônico. Não tem espírito que resista a cascas de banana.

Quando eu jogo Super Smash Bros., tendo a jogar com Diddy Kong, porque ele é muito sexy. Mas acabei descobrindo que Diddy é muito mais que um rostinho bonito quando, enquanto navegava na Internet, achei o estilo de jogo de um cara que se intitula ADHD, que levou Diddy à terceira posição na tier list, a lista de personagens com melhor desempenho em condições de torneio. Abusando do movimento especial inferior do Diddy, as cascas de banana, comecei a reinar as partidas de Smash entre meus amigos. Mas todos os que jogavam comigo viam a técnica como barata e irritante. Só que, enquanto você está ganhando, você não se importa com as críticas; de que vale a crítica do derrotado? Mas, antes de eu descobrir esse truque, eu era o derrotado, o frustrado, o irritado e o injustiçado. O jogo incentiva emoções contraditórias como essas na medida em que é competitivo. E, também na medida em que é competitivo, você é encorajado a fingir que está gostando, mesmo quando está perdendo e na verdade quer mais é que o cara que te derrotou se lasque.

No futebol, isso também acontece. Neymar isso, Neymar aquilo, sempre Neymar. Sempre Brasil. As outras equipes talvez estejam frustradas com a atenção que Neymar recebe e com a rápida ascensão Brasil no campeonato. A jogada que tirou Neymar do jogo foi, pelo que fiquei sabendo, fora do padrão. Eu teria dado não só um cartão vermelho, mas tinha também chamado a polícia pro colombiano que fez aquele absurdo. Aquele movimento teria posto a Colômbia em graves apuros. Se foi de propósito, não que eu esteja afirmando que foi, por que aquilo foi feito? Os riscos não compensariam qualquer possível benefício, do ponto de vista da partida. A resposta é simples: pela mesma razão que, quando você ganha muitas partidas de um determinado jogo, todos começam a torcer contra você. Eles querem vingança, mesmo que essa vingança seja entregue por uma outra equipe que não a sua. Sem Neymar, o Brasil está enfraquecido. Nos eventos de otaku que eu atendia, quando alguém começava a ganhar demais, uma equipe ou jogador tentaria prejudicar o jogador vencedor para que ele tivesse desvantagem na partida seguinte e fosse derrotado por outro cara. É como se todos os outros jogadores se juntassem para lhe expulsar do jogo, de forma que este recuperasse seu equilíbrio.

Resumindo, o jogo competitivo, não apenas de futebol ou Smash, mas qualquer jogo competitivo, acaba por incentivar arrogância e orgulho no que vence, frustração e ódio nos que perdem, e gradual extinção do espírito esportivo, que é substituído pela falsidade e pela intriga, conforme a competição progride, quanto mais sério for o jogo.

9 de julho de 2014

Brazil 1-7 Germany: Thomas Muller and Co reach World Cup final | Mail Online

Filed under: Saúde e bem-estar — Tags:, , , — Yure @ 19:18

Brazil 1-7 Germany: Thomas Muller and Co reach World Cup final | Mail Online.

Por mais que eu e o pessoal da classe de metafísica tenhamos comemorado a histórica derrota do Brasil na Copa (porque, como filósofos, víamos a Copa do Mundo no Brasil como um negócio claramente errado e queríamos mais é que o negócio afundasse mesmo), eu não posso evitar me sentir mal com o que aconteceu. Não por mim ou porque tenho algum orgulho que foi ferido, mas porque eu me sensibilizo com o sofrimento do pessoal que levou tudo isso a sério.

Três coisas precisam ser levadas em consideração aqui. Primeiro, e mais importante, nunca se deve nutrir altas esperanças. Quando você faz isso, você assume o risco de ficar proporcionamente chateado. Se deve ir ao estádio sem qualquer esperança de vitória, sempre, pra evitar o sofrimento da derrota, especialmente na pior das hipóteses, como o que aconteceu. Mas, se a vitória ocorre, seu doce gosto é enriquecido com o tempero da surpresa. Essa é a forma como eu encaro a vida inteira, nunca nutrindo esperança, mas mantendo os pés no presente e na realidade, nas possibilidades, ao invés de agir como se tudo estivesse garantido.

Segundo, não se ganha nada com emoção. O Brasil é apaixonado por futebol, sim, mas paixão não ganha jogo, pessoal, embora pareça. O time alemão foi maravilhoso, fez jogadas muito bem boladas (sacou?), brincou com o Brasil e poderia ter feito o dobro de gols que fez, mas isso seria simplesmente imoral dada a situação. Foi uma questão de piedade. Piedade de uma seleção mal-formada que colocou todas as suas fichas num único cara que agora está quase aleijado. Não se joga com o coração, nada na vida se faz com o coração. Fazer decisões importantes sob efeito da paixão é o pior erro de qualquer ser humano, porque ele abdica do melhor recurso que poderia ser usado na tomada de decisão: a razão, que é o que nos faz verdadeiramente humanos.

Terceiro e não menos importante, alguém vai descer o sarrafo no goleiro. Nunca se culpa só o goleiro pelo fracasso de um time, afinal é um jogo de time contra time. O senhor goleiro do Brasil não estava preparado para receber a quantidade de golpes que ele teve que defender, acho que nenhum goleiro estaria, e metade desses disparos poderiam ter sido evitados se o resto da seleção fizesse algo bom com a posse de bola que teve. Na verdade, se você assistir o jogo de novo (se tiver forças), você verá que o goleiro foi o único ali que fez um trabalho mais ou menos decente.

Então, virei fã de futebol agora? Não, na verdade, não. Mas é que, como ser humano, enquanto eu assistia o jogo, não pude evitar ficar sensibilizado com o choro e a decepção em massa que aflingiu aqueles pobres fanáticos. Foi uma derrota necessária para abrir os olhos dos fanáticos, para que eles recuperassem o bom senso, e que punição foi aquela! Mas, por mais que isso seja benéfico em muitos sentidos, porque chama o torcedor a rever seu comportamento (e os jogadores e técnicos também), eu não consigo assistir alguém sofrer tão duramente, diga lá centenas de pessoas.

8 de julho de 2014

HowStuffWorks “10 Signs You May Be Sleep Deprived”

Filed under: Saúde e bem-estar — Tags:, , , — Yure @ 13:38

HowStuffWorks “10 Signs You May Be Sleep Deprived”.

Preciso acordar cedo. Mas, nestes últimos dias, venho tendo problemas para dormir cedo o bastante para manter o hábito. Quase dormi na aula de metafísica uma vez justamente porque acordei muito cedo após dormir pouco. E por que estou dormindo pouco? Barulho.

Ontem, quando acabou a novela das oito, meu irmão idiota começou a cantar bem alto o tema de encerramento como se fosse um gay afetado. Eu acordo às cinco, então tento dormir às sete e meia ou oito horas. Eu já estava quase dormindo quando ele começou a apresentação dele e fui subitamente acordado. Estou começando a relevar a possibilidade de dormir durante a tarde, para compensar meu pobre saldo de horas de sono perdidas por causa de sono leve. Eu poderia usar uns remédios que eu tenho aí, sedativos, mas temo não conseguir acordar cedo o bastante para atender às aulas se tomá-los à noite ou dormir à noite se eu tomá-los à tarde. É complexo, só posso me apoiar em mim mesmo. Ou tomar o remédio na sexta-feira, também serve, já que não tenho aula nos sábados.

Dos dez sinais de que estou dormindo mal, apresento cinco. Minha memória e minha lógica, que nunca foram muito boas, estão bem piores do que de costume e meu humar está perturbando minhas relações sociais. Estou perdendo a calma em conversas simples com minha mãe ou meu sobrinho e acho que vou bater no meu irmão quando ele voltar, apesar de ele ser mais velho. Toda vez que lembro dele, meu sangue ferve. Quem dera ele morresse na volta pra casa, eu iria ao funeral só pra ter certeza de que ele não estaria mais vivo. Nas duas noites em que dormi mal, a culpa foi dele. Eu o respeito quando ele está tentando dormir, tento manter meu sobrinho calado, porque sei o quão importante é dormir bem, mas, quando sou eu quem quer dormir, ele é o primeiro a me atrapalhar, gritando, rindo alto, fazendo barulhos estranhos com a garganta e vociferando comentários fúteis sobre celebridades ainda mais fúteis.

4 de julho de 2014

Compondo em Ubuntu.odt – Dropbox

Compondo em Ubuntu.odt – Dropbox.

Eu coloquei meu tutorial de Linux Multimedia Studio aqui, no diário, mas as imagens não puderam ser colocadas aqui, porque o espaço do WordPress é limitado. Assim, arrumei uma conta no Dropbox e coloquei o arquivo original lá. Se desejar aprender a usar o programa, vá em frente e baixe.

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