Analecto

31 de março de 2015

Anotações sobre “A República”.

Filed under: Livros, Passatempos — Tags:, , , , , — Yure @ 13:43

“A República” foi escrita por Platão. Abaixo, algumas afirmações feitas nesse texto. Elas podem ou não refletir minha opinião sobre o assunto. Perguntas sobre minha opinião pessoal podem ser feitas nos comentários.

  1. A velhice mata os desejos da juventude, que escravizam os de pouca idade.
  2. É a sensatez que torna a velhice tolerável.
  3. Quem consegue dinheiro por conta própria, estima o dinheiro que obteve.
  4. O insensato muito apegado aos bens materiais, ao chegar perto da morte, se desespera com o futuro de seus bens e de sua alma.
  5. Justiça não é simplesmente falar a verdade e dar a alguém o que lhe é devido…
  6. Será que justiça é fazer bem aos amigos e mal aos inimigos?
  7. Se for, justiça não tem utilidade em tempos de paz.
  8. Nem sempre sabemos quem são nossos verdadeiros amigos.
  9. justiça implica fazer bem também aos inimigos.
  10. Justiça não é conveniência do mais forte.
  11. Os mais fortes podem promulgar leis injustas.
  12. Além disso, os governantes às vezes não sabem o que é bom para a nação.
  13. Se o governante é chefe da justiça, a justiça então volta-se ao mais fraco e não a ele, o mais forte.
  14. O injusto é ignorante e, por ser ignorante, é mau.
  15. Justiça gera organização e harmonia.
  16. Além disso, quem iria querer colaborar com uma pessoa injusta seja no que for?
  17. Se os deuses são justos, ai dos injustos.
  18. A alma sem a virtude da justiça não é capaz de governar bem, nem sua própria vida nem as dos outros.
  19. Se quisermos justificar as vantagens da justiça, basta que vejamos seus efeitos em larga escala.
  20. Um ser humano não é capaz de viver sozinho.
  21. As diferenças entre nós nos condicionam à determinadas tarefas.
  22. Nenhuma cidade se formaria se ninguém dependesse de ninguém.
  23. Quanto maior e melhor for a cidade, mais aliados ela terá.
  24. Depois de resolvidas as questões de sobrevivência, a cidade volta-se às coisas ditas “elevadas”, como as artes e a riqueza.
  25. De fato, um estilo de vida abastado leva a exageros e exageros levam ao estrago do corpo.
  26. Numa cidade em que o desejo pelo fútil torna-se grande, os bens de sua terra tornam-se insuficientes.
  27. O ideal seria que cada pessoa tivesse uma profissão apenas, que executasse com perfeição.
  28. Ser filósofo é querer aprender.
  29. Existem literaturas boas e literaturas ruins, as ruins sendo as que não reflectem a realidade, sendo mentirosas.
  30. Os poetas trágicos, Homero e toda a trupe de poetas épicos eram uns épicos mentirosos, que levaram as pessoas a ter concepções erradas mesmo sobre os deuses.
  31. Os poetas trágicos também incitavam um medo mórbido dos deuses, traumatizando os que tinham pouca idade para ouvir seu trabalho.
  32. Os poetas e Homero, ao falarem de lutas entre os deuses, muitas vezes por motivos tolos, faziam parecer que a violência entre irmãos era sancionada pela lei divina.
  33. Supondo que essas histórias tivessem um significado profundo, nem assim deveriam ser contadas, porque não é todo mundo que faz uma separação decente entre real e alegórico.
  34. Uma criança que aprende algo errado quando tinha pouca idade, muito dificilmente esquecerá o que aprendeu…
  35. Não se deve culpar os deuses pelo que acontece de ruim.
  36. A “verdadeira mentira” é aquela que se aproveita da ignorância do ouvinte.
  37. Para evitar que as pessoas cresçam com medo da morte, é necessário uma censura adicional aos poetas: os poetas não podem falar nada de ruim do pós-vida.
  38. A poesia apela às emoções, que suspendem a razão.
  39. Não dá pra ir pra guerra temendo a morte.
  40. Não preciso chorar a morte daqueles cuja minha existência não depende.
  41. Homens célebres não deveriam rir e deuses não deveriam ser retratados rindo nos poemas.
  42. A mentira não deve ser praticada por pessoas comuns, mas apenas por chefes de estado e somente se os seus benefícios para a cidade superarem os malefícios.
  43. A imagem dos heróis e dos deuses, como figuras de autoridade, não deve ser manchada pelos poetas.
  44. É terrível para a educação de quem ouve o poema que diz que deuses cometem atos ruins e continuam sendo deuses, porque isso justifica o comportamento ruim da pessoa que ouve.
  45. Não se deve estimular a juventude a imitar o que é ruim, para que não subestimem o conteúdo do mal.
  46. Técnicas musicais que favorecem a tristeza devem ser banidas de uma cidade que se propõe perfeita.
  47. As harmonias “efeminadas” devem também ser eliminadas por lembrarem preguiça e desocupação.
  48. Instrumentos capazes de muitas harmonias são desencorajados por Platão, por serem capazes de produzir harmonias proibidas.
  49. Os outros artistas precisam também se adequar a essas restrições.
  50. A música tem valor educativo.
  51. O amor verdadeiro deve ser separado da luxúria.
  52. Aqueles de boa alma procuram aperfeiçoar também o corpo.
  53. Os guerreiros precisam de dieta própria.
  54. Variedade culinária deixa o guerreiro mal acostumado e doente.
  55. Se há uma grande demanda por médicos é porque tem muita gente doente.
  56. É vergonhoso precisar de um médico para tratar condições que causamos a nós mesmos.
  57. O juiz tem que conhecer a injustiça sem praticá-la.
  58. A ginástica tem como função manter o corpo, de forma que ele não precise de médicos, salvo em casos de força maior.
  59. A ginástica sozinha torna bruto o praticante e a música sozinha amolece.
  60. Os guerreiros precisam manter-se firmes no que acreditam.
  61. Os guardiões da cidade não devem ter ouro, prata, terras e nada que não seja de primeira necessidade, para que os guardiões não tenham também que administrar bens, dividindo sua atenção.
  62. A felicidade coletiva é prioridade sobre a felicidade pessoal.
  63. Ninguém dever ter tantos bens e recursos a ponto de desviar a pessoa de seu papel na cidade.
  64. Recursos demais fazem a pessoa trabalhar menos.
  65. Riqueza e pobreza devem ser evitados, procurando o justo meio.
  66. Casamento não deveria existir.
  67. As quatro virtudes cardeais: sabedoria, coragem, temperança, justiça.
  68. Enquanto que a sabedoria é uma virtude que melhor cabe aos governantes e a coragem aos governados, a temperança precisa existir nos dois.
  69. Existem quatro grandes classes na república platônica: comerciante, artífice, guerreiro, governante.
  70. Justiça é a conformação de cada pessoa à classe que lhe compete.
  71. As ciências se separam porque têm características próprias, o que só acontece quando a razão se volta para objetos novos.
  72. A alma platônica divide-se em três partes: racional, irascível (emocional), vegetativa (biológica).
  73. A pessoa é justa quando cada parte da alma desempenha sua função na hierarquia.
  74. Mulheres devem receber a mesma educação que os homens.
  75. Não deveriam existir trabalhos de homens e trabalhos de mulheres, mas que cada um deveria desempenhar a função para qual fosse mais apto.
  76. A lei pode ser antinatural.
  77. Família nuclear deve ser abolida.
  78. O estado deve intervir em relacionamentos sexuais, a fim de maximizar as chances de uma boa prole.
  79. Os jovens com mais habilidade e de ofício mais alto deveriam ter maior direito de procriação.
  80. Os filhos são criados pelo Estado.
  81. Quando as mães derem leite, devem amamentar crianças aleatórias, que são mantidas sob a guarda estatal em um bairro à parte, de forma que não reconheçam seu filho.
  82. As mulheres que devem ter filhos precisam ter entre vinte e quarenta anos. Os homens que procriam devem ter entre trinta e cinquenta e cinco.
  83. A procriação tem que ser autorizada.
  84. Como todos são uma grande família, todos chamam “pai”, “filho”, “mãe”, “avô” quem tem idade o bastante para ser chamado assim, dependendo do gênero.
  85. Os filhos acompanham os pais na guerra.
  86. É necessário que as crianças que acompanham os pais na guerra para observar aprendam, em primeiro lugar, a fugir.
  87. Soldados que são levados cativos não devem ser recuperados.
  88. A ciência discorre sobre as coisas como são e a opinião discorre sobre as coisas como parecem ser, estando assim a meio caminho entre ciência e ignorância.
  89. O filósofo é aquele que procura o conhecimento estável, não o variável.
  90. Quem ama a sabedoria é virtuoso.
  91. O filósofo não tem medo de morrer.
  92. Mas alguém poderia afirmar que nenhum filósofo se mostrou nem equilibrado e nem útil ao Estado, mas isso porque a maioria é ignorante.
  93. E, se o filósofo não era equilibrado, é porque os filósofos tinham uma natureza filosófica que foi pervertida pela má educação.
  94. A filosofia, como tudo o que é grandioso, é perigoso.
  95. A cidade deve se subjugar à filosofia.
  96. Mesmo após a adoção de aristocratas filósofos, a constituição perfeita pode levar tempo para aparecer.
  97. Leis pensadas e bem argumentadas são desejáveis.
  98. Os governantes, antes de assumirem, têm que mostrar seu amor pela pátria e pela sabedoria.
  99. O governante deve gostar de estudar.
  100. Filósofos não devem descuidar nem do corpo nem da alma.
  101. Se algo não é bom, não iríamos querê-lo.
  102. Bom e prazeroso nem sempre coincidem.
  103. Se você é capaz de falar do que os outros pensam, você deveria ser capaz de falar do que você pensa.
  104. A ciência e a verdade são filhas do bem.
  105. Escala da clareza, de baixo para cima: suposição, fé, entendimento, inteligência.
  106. As aparências enganam, então não se deve julgar algo por elas.
  107. Fazer ciência pode confundir a pessoa, a ponto de ela achar que seria melhor não ter começado.
  108. O sábio tem pena dos ignorantes.
  109. O sábio pode se comportar pateticamente na vida pública.
  110. Apesar disso, o sábio não deve se isolar dos outros.
  111. Educação é voltar a alma do aluno na direção do ser, e não na do parecer.
  112. O filósofo deve se ocupar do bem-estar coletivo, não só com o seu.
  113. O filósofo deve usar as aparências como recurso pedagógico.
  114. Todos devem saber matemática, mesmo soldados.
  115. O filósofo que quer atingir a verdade precisa do cálculo.
  116. Matemática deve ser conteúdo obrigatório.
  117. A geometria muda completamente o modo de pensar.
  118. A astronomia também tem utilidade pública.
  119. Não se deve fomentar o estudo imperfeito.
  120. O cálculo, a geometria, a astronomia e a dialética afastam o indivíduo da opinião e o conduzem à verdade.
  121. A dialética depende do conhecimento de ciências exatas.
  122. Ciências exatas são universalmente válidas.
  123. A má reputação da filosofia deriva daqueles que se ocupam dela sem estarem à altura do ofício.
  124. Quem aprende dialética cedo, pode tornar-se rebelde, porque pode descobrir que muitas coisas em que acreditava não estavam corretas.
  125. A dialética só pode ser ensinada a quem tem mente estável.
  126. As mulheres podem governar.
  127. Todo governo humano tem fim.
  128. Oligarquia é o governo exercido apenas pelos ricos.
  129. Riqueza e virtude, em geral, vão em direções opostas.
  130. Um dos problemas da oligarquia é justamente o de que quem é rico, normalmente, tem pouca aptidão para o governo.
  131. Pobres e ricos conspiram uns contra os outros.
  132. Os oligarcas vendem seus bens públicos, empobrecem o estado e atraem má fama.
  133. Um estado com muitos pobres é um estado com muitos crimes, tanto cometidos por pobres (delitos para sustentar a vida) como por ricos (desvio de dinheiro público).
  134. Uma pessoa ignorante prefere dinheiro em vez de dignidade.
  135. A revolta popular transforma uma oligarquia numa democracia.
  136. A eleição dos mais qualificados pode transformar uma democracia numa aristocracia.
  137. Democracias têm a liberdade em alta conta.
  138. O tirano procura assegurar que o povo necessite dele.
  139. O tirano precisa de guerras.
  140. Isso atrai sobre ele a ira do povo.
  141. O tirano precisa matar quem se lhe opõe.
  142. Para controlar seu próprio povo, o tirano recorre a governos vizinhos…
  143. O tirano apodera-se dos bens públicos para pagar seu próprio exército.
  144. Existem desejos ferozes e irracionais que todos nós abrigamos.
  145. São os que, por vezes, se manifestam nos sonhos.
  146. O tirano é indefeso sem servos.
  147. Tem gente que pensa que aquilo que não dá lucro é inútil.
  148. Sob a orientação do filósofo, o ambicioso e o interesseiro podem até desfrutar melhor daquilo que mais gostam (fama e dinheiro).
  149. Ímpeto e concupiscência devem ser moderados, mas não suprimidos.
  150. Dinheiro e poder não compensam a decadência da alma.
  151. Um belo, mas falso discurso destrói a inteligência de quem ouve.
  152. O artífice faz um objeto material com base num modelo mentalmente concebido.
  153. Quem parece saber tudo de tudo, mente.
  154. Ficção é mentira e deve ser tratada como tal, isto é, não deve ser levada a sério.
  155. A imitação é uma brincadeira; quem crê na ficção é bobo.
  156. A razão deve moderar o sofrimento.
  157. A emoção permite o desespero.
  158. Emoções tolhem a razão.
  159. Sofrer demais não é masculino.
  160. Quanto mais você ri, mais difícil será prender o riso da próxima vez.
  161. O corpo só pode morrer de doença, dano físico ou velhice.
Anúncios

20 Comentários »

  1. […] forte a razão mais fraca”, isto é, mostrar a verdade nos pensamentos incomuns. Por exemplo, Trasímaco dizia que justa é a vontade do mais forte, o que era plenamente aceito. Mas Sócrates mostrava, […]

    Curtir

    Pingback por Apologia de Sócrates. | Analecto — 22 de outubro de 2017 @ 10:59

  2. […] é bom”. Eu tenho que corrigi-lo, dizendo: “não é bom, só gostoso.” Para Platão, o “acorde da justiça” é feito das notas “bondade, beleza e utilidade”. […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre a crítica da razão prática. | Pedra, Papel e Tesoura. — 22 de janeiro de 2017 @ 20:35

  3. […] causa desse fenômeno, não existe governo humano que dure pra sempre. Seria necessário que fôssemos governados por Deus. Assim, se […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre o contrato social. | Pedra, Papel e Tesoura. — 26 de dezembro de 2016 @ 15:51

  4. […] Rousseau, a República não é um livro de política, mas de […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre o Emílio. | Pedra, Papel e Tesoura. — 12 de dezembro de 2016 @ 21:07

  5. […] (vida) em órgãos que não estão sujeitos à nossa vontade levou os antigos a admitirem que mais de uma alma habita o corpo: uma pensante, uma emotiva, uma […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre o dicionário filosófico. | Pedra, Papel e Tesoura. — 27 de setembro de 2016 @ 14:19

  6. […] filósofo entra para o clube feminista, com Platão: a submissão de Eva, embora seja uma maldição divina, não é uma lei colocada sobre todas as […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre os dois tratados sobre o governo. | Pedra, Papel e Tesoura. — 12 de agosto de 2016 @ 21:19

  7. […] demonstração matemática é a mais exata. Conhecimento seguro depende […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre o ensaio sobre o entendimento humano. | Pedra, Papel e Tesoura. — 17 de julho de 2016 @ 11:29

  8. […] razão é uma das coisas que nos move. As outras duas são a emoção e a concupiscência. Por isso Platão dirá que temos três almas, mas Agostinho esclarece que é só uma mesmo, que fica indecisa diante […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre a monadologia. | Pedra, Papel e Tesoura. — 26 de junho de 2016 @ 09:17

  9. […] Se a opinião é a rainha do mundo, a opinião fundada pela força é uma tirania. […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre os pensamentos. | Pedra, Papel e Tesoura. — 21 de junho de 2016 @ 08:53

  10. […] à dor e dores cada vez maiores são necessárias para nos fazer chorar. Nisso, Hobbes polemiza com Platão, o qual diz que quanto mais rimos, mais difícil é evitar o […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre o leviatã. | Pedra, Papel e Tesoura. — 6 de junho de 2016 @ 20:54

  11. […] sem ter formulado uma moral que te permita viver bem. Depois disso, deve estudar lógica. Como Platão, Descartes afirma que o bom filósofo deve ser bom conhecedor de matemática, porque é um […]

    Curtir

    Pingback por Anotações sobre os princípios da filosofia. | Pedra, Papel e Tesoura. — 8 de maio de 2016 @ 11:48

  12. […] não admitiam como discípulos pessoas que não soubessem matemática. Deve estar se referindo a Platão e Aristóteles. Não vejo como isso posaria problema para Sócrates, se é que ele […]

    Curtir

    Pingback por Regras para a condução da inteligência. | Pedra, Papel e Tesoura. — 17 de março de 2016 @ 12:11

  13. […] conceitos metafísicos mudam com o tempo. O conceito de “bem”, por exemplo, tão caro a Platão. Se os tempos mudam a ponto de requererem vícios para prosperar, agir conforme o bem platônico […]

    Curtir

    Pingback por O príncipe. | Pedra, Papel e Tesoura. — 13 de janeiro de 2016 @ 18:10

  14. […] formas de tratamento parecem baseadas nas encontradas na República, onde pessoas velhas o bastante podem ser chamadas todas de “pai” pelos mais novos, tal […]

    Curtir

    Pingback por A cidade do sol. | Pedra, Papel e Tesoura. — 24 de dezembro de 2015 @ 22:12

  15. […] mais sábios parecem tem causado mais problemas à república do que os menos sábios, segundo o testemunho da […]

    Curtir

    Pingback por Elogio da loucura. | Pedra, Papel e Tesoura. — 6 de dezembro de 2015 @ 17:35

  16. […] Além disso, o que é composto tende à corrupção. Platão discordaria. […]

    Curtir

    Pingback por Suma contra os gentios. | Pedra, Papel e Tesoura. — 24 de novembro de 2015 @ 15:56

  17. […] em partes, ou seja composto, poderia ser passível de decomposição. A menos, é claro, que seu arranjo fosse perfeito. Mas voltemos ao assunto. É melhor ser simples e único do que múltiplo em si […]

    Curtir

    Pingback por Proslogion. | Pedra, Papel e Tesoura. — 3 de agosto de 2015 @ 12:29

  18. […] aos deuses vícios humanos é uma tentativa humana de fazer seus pecados parecerem menos […]

    Curtir

    Pingback por As confissões. | Pedra, Papel e Tesoura. — 16 de julho de 2015 @ 19:36

  19. […] Carta a Meneceu e a Ética a Nicômaco. Ano passado, li Alcibíades I, Apologia de Sócrates, República, Elogio de Helena, Fédon, Fedro, Mênon, Metafísica, dois livros sobre os pré-socráticos, […]

    Curtir

    Pingback por Carta trocada com um amigo. | Pedra, Papel e Tesoura. — 22 de junho de 2015 @ 09:54

  20. […] O trabalho do juiz é, pela pena, igualar perdas e ganhos entre ofensor e ofendido. O ofendido recebeu um dano do ofensor então ou o ofensor restitui o que tirou do ofendido ou recebe um dano proporcional. Platão diz que esse é um modo de curar a alma. […]

    Curtir

    Pingback por Ética a Nicômaco. | Pedra, Papel e Tesoura. — 24 de maio de 2015 @ 00:57


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: