O que aprendi lendo “O Protagonismo Juvenil no Ensino Médio”.

O Protagonismo Juvenil no Ensino Médio” foi escrito por Alda Sousa. Abaixo, o que aprendi lendo esse texto.

  1. “Protagonista” é o mesmo que “competidor principal” ou “primeiro lutador”.

  2. Hoje, essa palavra tem o sentido de “personagem principal” de uma história.

  3. A participação de alunos na gestão democrática da escola é uma forma de protagonismo escolar juvenil.

  4. A comunidade inteira deveria participar da construção da escola como espaço educacional democrático, já que ela não seria democrática de outra forma.

  5. A educação, desde a infância, deve encorajar o senso crítico e a autonomia.

  6. Antigamente, a educação básica tinha como função formar apenas o futuro universitário ou o futuro empregado, mas agora há uma demanda pra que a escola prepare o sujeito para o futuro, dando-lhe os meios pra melhor alcançar esse objetivo.

  7. É preciso que o aluno seja capaz de aprender sempre, que ele não sinta que não há mais o que aprender, que ele estava preparado pra aprender quando a necessidade surgir.

  8. Os princípios políticos do ensino médio: os da igualdade, os éticos, os estéticos, os de identidade, os de diversidade, os de autonomia, os de interdisciplinaridade e os de contextualização.

  9. Os alunos devem aprender como viver num estado democrático e republicano de direito.

  10. “Protagonismo” é coisa relacionada às ciências humanas.

  11. Estimular um protagonismo juvenil não é algo que pode ser feito alienando o aluno dos avanços de sua época.

  12. O aluno deve ser informado dos problemas sociais de seu tempo.

  13. O aluno deve ser capaz de usar e modificar as informações obtidas na escola, não simplesmente assimilá-las.

  14. A escola tem autonomia para escrever e aplicar sua própria proposta pedagógica.

  15. A criação dessa proposta habilita o protagonismo do professor.

  16. O jovem é protagonista quando é sujeito de algum ato, quando é livre para tomar atitudes que impactem a sociedade.

Publicado por Yure

Quando eu me formei, minha turma teve que fazer um juramento coletivo. Como minha religião não me permite jurar nem prometer, eu só mexi os lábios, mas resolvi viver com os objetivos do juramento em mente de qualquer forma.

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