Para homens também.

Big ThinkIs artificial-womb technology a tool for women’s liberation?Jan 7, 2020

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Un tema que he estado observando de cerca es el útero artificial. Desde hace algunos años, una mujer puede reproducirse sin un hombre, utilizando células madre, que pueden transformarse en cualquier tipo de célula con el estímulo adecuado y el entorno adecuado. El hombre podría reproducirse sin la mujer por la misma técnica, si no fuera por un obstáculo físico: el hombre no tiene matriz en la que pueda gestar el feto. De ahí la necesidad del útero artificial, cuyo desarrollo avanza a pequeños pasos. Recuerdo haber leído un artículo escrito por una feminista, según el cual permitir la reproducción entre mujeres sin participación masculina es algo bueno, pero permitir la reproducción entre hombres sin participación femenina sería un exceso. No es de extrañar que una feminista piense así, ya que el feminismo no está comprometido con la igualdad entre los sexos. Sin embargo, el útero artificial podría ser utilizado como una herramienta de liberación femenina y masculina al mismo tiempo: los hombres tendrían una opción reproductiva más y la mujer ya no necesitaría llevar al bebé durante nueve meses en su cuerpo, con todos los inconvenientes que tal cosa conlleva. Esto tal vez reduciría la necesidad de abortar en caso de violación: el feto es transferido al útero artificial y el niño es dado en adopción al final del embarazo, como permite nuestra ley, si la madre no tiene los medios para criar al niño.

One topic I’ve been watching closely is the artificial womb. For some years now, a woman has been able to reproduce without a man, using stem cells, which can transform into any type of cell given the right stimulus and the right environment. The man could reproduce without the woman by the same technique, were it not for a physical obstacle: the man does not have a womb in which he could gestate the fetus. Hence the need for the artificial uterus, the development of which progresses in small steps. I remember reading an article written by a feminist, according to which allowing reproduction between women without male participation is a good thing, but that allowing reproduction between men without female participation would be an excess. No wonder a feminist thinks this way, as feminism is not committed to equality between the sexes. However, the artificial uterus could be used as a tool for female and male liberation at the same time: men would have one more reproductive option and the woman would no longer need to carry the baby for nine months in her body, with all the inconveniences that such thing entails. This would perhaps reduce the need for an abortion in the case of rape: the fetus is transferred to the artificial uterus and the little boy is put up for adoption at the end of the pregnancy, as our law allows, if the mother does not have the means to raise the child.

Um tema que eu tenho assistido de perto é o útero artificial. Já faz alguns anos que a mulher pode se reproduzir sem o homem, utilizando células-tronco, as quais podem se transformar em qualquer tipo de célula dado o estímulo correto e o ambiente propício. O homem poderia se reproduzir sem a mulher pela mesma técnica, não fosse um entrave físico: o homem não tem útero no qual gestar o feto. Daí a necessidade do útero artificial, cujo desenvolvimento avança a passos curtos. Eu lembro de ter lido um artigo escrito por uma feminista, segundo o qual permitir a reprodução entre mulheres sem participação masculina é uma coisa boa, mas que permitir a reprodução entre homens sem a participação feminina seria um excesso. Não me admira uma feminista pensar assim, já que o feminismo não está comprometido com igualdade entre os sexos. Não obstante, o útero artificial poderia ser usado como ferramenta de liberação feminina e masculina, ao mesmo tempo: os homens teriam uma opção reprodutiva a mais e a mulher não precisaria mais carregar o bebê por nove meses em seu corpo, com todos os inconvenientes que daí decorrem. Isso talvez reduzisse a necessidade de aborto em caso de estupro: transfere-se o feto para o útero artificial e se põe o gurizinho pra adoção ao fim da gestação, como a nossa lei permite fazer, caso a mãe não tenha meios de criar o filho.

Publicado por Yure

Quando eu me formei, minha turma teve que fazer um juramento coletivo. Como minha religião não me permite jurar nem prometer, eu só mexi os lábios, mas resolvi viver com os objetivos do juramento em mente de qualquer forma.

2 comentários em “Para homens também.

  1. Your insight has provided me enlightenment with respects to this topic. At first, when I heard about artificial wombs; I was biased against them. I had images of that absurd film “JUNIOR” (The film follows Alex Hesse – Arnold Schwarzenegger – an Austrian-American scientist who agrees to undergo a male pregnancy from a newly developed drug Expectane.) I also thought it would encourage too many births as opposed to adoption.
    You have changed my opinion. Clearly this is a thing that could help discourage abortion and help alleviate stress for many people. Great work.

    Curtido por 1 pessoa

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