Analecto

25 de outubro de 2017

Sobre as anotações (“about the annotations”).

English version after the Portuguese version.

Quando eu comecei a fazer anotações sobre o Relatório Rind, eu pensei que seria uma boa ideia fazer anotações concomitantes em português e em inglês. Fiz isso porque, como o texto original estava em inglês, haveria menos impacto se eu não fizesse anotações em inglês. Isso foi confirmado quando o próprio Rivas comentou minhas anotações sobre Positive Memories e eu talvez não teria recebido um comentário tão construtivo se eu tivesse feito minhas anotações somente em português. Eu domino ambos os idiomas com alguma decência, então por que não?

Mas a forma como estive fazendo isso, colocando a anotação em inglês abaixo de cada anotação em português, prejudica o fluxo do texto. Então eu estive pensando em fazer duas entradas separadas para cada livro anotado: uma em português e uma em inglês. Ambas as entradas seriam colocadas no Índice, que seria reformado. A ideia me pareceu boa, mas eu senti vontade de traduzir pro inglês as anotações que eu já tenho e que estão somente em português. Afinal, inglês é o idioma mais popular do mundo, não tem um território que não tenha uma academia de inglês. Quando eu comecei a fazer anotações sobre livros de filosofia, a minha intenção era popularizar a filosofia entre leitores brasileiros, mas ignorância existe em todos os lugares, não só no Brasil. Se eu domino outro idioma, porque confinar o que escreveo ao meu idioma nativo apenas?

Então, eu resolvi que vou traduzir pro inglês as anotações que eu já tenho, o que não implica apagar as anotações em português. Quando eu ler um livro em português, eu publicarei as anotações em português primeiro, só depois traduzirei. Se eu estiver lendo um livro em inglês, as anotações sairão primeiro em inglês. Esse sistema será adotado quando eu acabar de ler Além do Bem e do Mal e o Radical Case do Tom O’Carroll.

English version starts here.

When I began to write annotations on the Rind Report, I thought that it would be a good idea to write annotation in both Portuguese and English at same time. I did it because, as the original text was in English, there would be less impact if I didn’t make annotations in English. That was confirmed when Rivas himself commented on my annotations about Positive Memories and it would be unlikely to receive a comment by him if I did those annotations in Portuguese only. I have a decent grasp of both languages, so why not?

But the way I was doing it, attaching an English annotation right under each annotation in Portuguese, harms the reading flow. So I was thinking about making two separate posts for each book I read: one for annotations in Portuguese and another for annotations in English. Both entries would be put in the Index, which would need to be rebuilt. The idea seemed good, but I started wanting to translate to English the annotations that I have, but that are only available in Portuguese. In fact, English is the most popular language in the world; there’s not a single territory without a stablished English course. When I began to make annotations about philosophy books, my intention was to popularize philosophy among Brazilian readers, but ignorance exists everywhere, not just in Brazil. If I can write in another language, why confine my writing to my native language only?

So, I decided to translate to English the annotations that I already have, which doesn’t imply deleting the Portuguese ones. Upon reading a book written in Portuguese, the annotations would be published in Portuguese at first, with the English translation coming only later on. If I read a book in English, the annotations will be published in English at first. That system will be adopted when I finish Além do Bem e do Mal and Tom O’Carroll’s Radical Case.

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