Analecto

21 de fevereiro de 2017

A “Crítica do Juízo”, de Kant.

Filed under: Entretenimento, Jogos, Livros, Música, Passatempos — Tags:, , , — Yurinho @ 14:19

“Crítica do Juízo” foi escrita por Kant. Abaixo, alguns pensamentos parafraseados encontrados nesse texto.

  1. Uma coisa pode ser um desperdício de bens e recursos e ainda assim ser uma coisa bela.

  2. Outros elementos além da beleza, e que trabalham com ela, influenciam no meu gosto.

  3. O gosto de alguém só se torna objeto de interesse em sociedade.

  4. O conceito de agradável é sempre pessoal.

  5. Embora beleza possa ser inconfundível, o gosto não pode ser censurado como se fosse logicamente errado e como se fosse possível se corrigir.

  6. Se alguém diz que algo é belo, está se pronunciando por todos.

  7. Uma pessoa de bom gosto aprecia a beleza sem necessitar que algo seja adicionado.

  8. É mais fácil ser belo aquilo que é simples, como as cores tomadas isoladamente.

  9. Nada de errado em utilizar atrativos pra realçar a beleza, mas tenha em mente que realçar a beleza não é aumentá-la.

  10. Se deve julgar a beleza por ela mesma, não pelos atrativos adicionados pra chamar atenção pra ela.

  11. Um filósofo e um vulgo podem se apoiar nos mesmos princípios, mas o filósofo conhece o princípio com mais clareza.

  12. A beleza de algo não tem nada a ver com sua função.

  13. É possível uma música sem letra ser bela.

  14. Não existe regra objetiva para determinar o que é belo.

  15. Não há modelo de beleza, mas há objetos belos.

  16. A imagem que exagera características de um modelo é uma caricatura.

  17. Dizer que algo é belo implica a intenção de que outros concordarão que esse algo é belo.

  18. A imaginação não pode ser “livre” e ao mesmo tempo estar em conformidade a uma lei.

  19. Se a imaginação obedece regras, então ela não está comprometida com o belo, e sim com o bom, sendo, portanto, uma fonte de moral, não de arte.

  20. Restringir a imaginação à regras coíbe o juízo com base no gosto.

  21. Se algo não foi feito pela imaginação e não parece representar nada, esse algo dá tédio de olhar.

  22. Uma boa arte é aquela para qual você sempre volta.

  23. O sublime (que causa prazer estético pela potência) é diferente do belo (que causa prazer estético pela harmonia).

  24. Os objetos sublimes (tornado, erupção vulcânica, uma detonação e outros eventos violentos) podem ser mortais.

  25. A beleza pode ser realçada por atrativos.

  26. O sublime é violento.

  27. Há dois tipos de sublime: matemático e dinâmico.

  28. O sublime é absolutamente grande, invocando a ideia de algo sem comparação.

  29. O sublime é um sentimento em nós, não é uma propriedade do objeto sublime (que é sublime no sentido de que ele causa essa sensação).

  30. O sublime nos faz perceber como somos pequenos diante de algo.

  31. Algo é anormalmente grande quando sua grandeza trabalha contra sua natureza.

  32. Não há razão pra crer que o universo é finito.

  33. A sensação de sublime pode advir de objetos que normalmente causam medo.

  34. A estética tem sua função formativa.

  35. Entusiasmo difere de exaltação porque a exaltação é doentia e embaraçosa.

  36. Se isolar por aprimoramento pessoal é diferente de se isolar por ódio ou por timidez.

  37. Algumas pessoas se isolam porque não querem odiar os outros.

  38. Deleite e dor nem sempre são corporais.

  39. Você não deveria dizer que “gosta” de algo só porque todo o mundo gosta.

  40. Não é possível forçar alguém a gostar de alguma coisa.

  41. Dizer que você escreveu um trabalho aclamado pela crítica não garante que eu vá ler e gostar.

  42. Julgar uma sensação implica critérios pessoais intransferíveis.

  43. É ridículo dizer que alguém que tem um gosto diferente do seu tem mau gosto.

  44. Não dá pra fazer uma regra objetiva do gosto.

  45. A arte não dá conceitos, mas mostra exemplos.

  46. Você não pode dizer “é ruim porque eu não gosto”.

  47. Para algo ser universalmente aceito como prazeroso, é preciso que os sentidos de todo o mundo fossem iguais e que todos estivessem em contato com o mesmo objeto ou com um objeto exatamente idêntico.

  48. Preconceito leva ao prejuízo.

  49. Preconceito é um juízo provisório tomado como princípio.

  50. Se o ser humano é um animal social e o gosto é um atributo social, então todos os seres humanos têm gosto.

  51. O gosto só se manifesta externamente se estivermos em sociedade.

  52. Uma inclinação passa a ser admirável na medida em que é publicamente aceita.

  53. As pessoas com sensibilidade à beleza são frequentemente vistas com bons olhos.

  54. Se uma pessoa admira uma flor artificial pensando que é natural e depois descobre que não é natural, pode ser que ela admire a flor de outra forma, como uma bela imitação bem executada.

  55. As cores do arco-íris: sublime vermelho, audaz laranja, franco amarelo, amável verde, modesto azul, constante anil, tenro violeta.

  56. O branco seria a inocência.

  57. Arte é qualquer técnica pra produzir algo que a natureza não produz sozinha.

  58. A arte precisa ser produto da liberdade, sendo a liberdade uma consequência da razão.

  59. Arte não é ciência.

  60. Se você produz algo por dinheiro, está desempenhando um ofício.

  61. Não se faz ciência da arte, mas crítica de arte.

  62. A ciência sem arte é inútil.

  63. A função da arte como arte estética é dar prazer estético.

  64. Algumas músicas só servem mesmo pra eliminar o silêncio das festas.

  65. “Gênio” é uma disposição do ânimo, caracterizada por grande originalidade artística, que não parece ser adquirida (talento natural).

  66. O gênio é o professor, os outros são alunos.

  67. O gênio é uma força da natureza.

  68. Para ser considerado gênio, a pessoa deve ser capaz de originalidade.

  69. Se você não tiver originalidade, aprender a desenhar, escrever ou compor não vai te tornar um bom desenhista, escritor ou músico.

  70. Não é possível ensinar a ter inspiração.

  71. Todas as artes visam um fim.

  72. Um artista genial, mesmo sendo original, não precisa prescindir de todas as regras da arte pra assegurar sua originalidade.

  73. Não é preciso ser artista pra apreciar arte.

  74. A arte pode representar de maneira agradável coisas que são horríveis na natureza.

  75. A arte pode representar coisas abstratas (a guerra, por exemplo) como se fosse físicas (um anjo de vermelho usando uma espada).

  76. Faz parte da habilidade artística exprimir conceitos (ideias) de maneira inusitada.

  77. O artista pode aprender de outros, bem como pode aprender da natureza.

  78. O artista, enquanto trabalha sua arte, utiliza seu gênio e também seu gosto, para que ele possa saber se está ficando agradável ou não.

  79. É possível gostar do que não é belo.

  80. É possível que alguém produza algo que é agradável sem ser original, bem como é possível fazer algo original e desagradável.

  81. Uma bela arte precisa de “espírito”, isto é, precisa ser capaz de incitar emoções.

  82. O gênio funda uma escola de arte, mesmo que não seja uma instituição com prédio e mensalidade.

  83. Mas o aluno precisa ter alguma originalidade.

  84. Quatro habilidades são necessárias às belas artes: imaginação, entendimento, espírito e gosto.

  85. Uma pessoa de visão perfeitamente sadia pode não ver o que o outro vê em um quadro.

  86. Continuando sua referência a Sexto Empírico, Kant diz que a oratória, como arte de convencer, não é adequada aos tribunais e nem às igrejas, porque falar bem não é sinônimo de ter razão.

  87. A oratória, como arte de convencer, nos torna aptos a tirar proveito dos outros.

  88. Mesmo quando visa bons fins, a retórica ainda é um truque sujo.

  89. A retórica pretende tornar um ponto de vista mais aceito cutucando as emoções do ouvinte, para que ele não raciocine como devia sobre o que está sendo dito.

  90. A matemática, na música, tem a função de fazer as partes (melodia, ritmo e pulso) concordarem entre si.

  91. Se você não quer ser influenciado por uma pintura, basta olhar em outra direção ou fechar os olhos, mas fugir da música é mais difícil.

  92. Mais difícil de escapar da música é escapar de um perfume.

  93. Existem prazeres que desagradam e dores que agradam.

  94. Uma boa piada é absurda.

  95. Uma piada pode ser ainda mais engraçada se não for contada como uma piada, mas com seriedade.

  96. Três coisas que tornam a vida tolerável: o sono, a esperança e o riso.

  97. Não dá pra fazer ciência do nosso próprio gosto.

  98. Descrever não é demonstrar.

  99. Há três faculdades do conhecimento: entendimento, razão e juízo, as quais podem chegar à conclusões diferentes.

  100. Não é possível fazer ciência da beleza.

  101. A sociedade perfeita só é possível se os filósofos conseguirem se comunicar com os leigos.

  102. A admiração não diminui com o tempo. Já a estupefação só ocorre enquanto há novidade.

  103. “Sentimentalismo” é a tendência a experimentar emoções ternas com mais frequência ou intensidade, mesmo quando não há realmente um objeto que as incite.

  104. O que diferencia a religião da superstição é que na religião há medo, mas também há admiração pela divindade.

  105. Pra saber se algo é bom, é preciso conceito, saber o que a coisa é, mas para saber se algo é belo, não há necessidade de conceito, basta ver, ouvir, sentir.

  106. Bom não é agradável.

  107. Gostar de todos é gostar de nenhum.

  108. Quem está faminto come qualquer coisa.

  109. Por causa disso, só é possível ter “gosto” (preferência) quando não estamos passando necessidade.

  110. Querer e estar interessado são a mesma coisa.

24 de outubro de 2015

Vaporwave.

No último fim de semana, eu estava ouvindo o de sempre, e uma música estranha cheia de caracteres japoneses apareceu nos vídeos sugeridos.

O nome Macintosh apelou a mim. Pensei que fosse uma ou mais músicas feitas com um computador antigo e, no começo, pareceu que fosse um tipo de sequência ou música com amostras de baixa profundidade. Mas, conforme a música progredia, a profundidade das amostras aumentava e ficou claro que a música não era feita em um computador antigo como eu pensei, mas eu continuei ouvindo.

Muito boa a música. Porém, algo parecia errado ou, ao menos, diferente. A música repetia partes suaves com frequência quase nauseante e eu comecei a me sentir extremamente calmo. Além disso, da metade pra lá, o cuidado na concatenação de amostras começa a desaparecer, como se fosse um disco arranhado. De repente, no final, como se eu já não estivesse calmo o bastante, uma amostra da música em andamento consideravelmente mais baixo foi sobreposta à faixa principal, que começou a desaparecer em favor da amostra lesada. De repente, tudo ficou muito devagar, quase depressivo, e eu fui deixado com uma sensação formigando ao longo de todo o espírito.

Repeti a música o dia inteiro por dois dias e, quando fui pra aula de monografia, eu estava em uma profunda tranquilidade. Meu humor estava constantemente calmo e nada me perturbava. Foi radical.

Depois, pensei em procurar mais sobre aquela música e essa tal Macintosh Plus e vi que se tratava de um gênero da nova década de dez chamado vapor-wave e que, para alguns, tem conotações anti-capitalistas, embora isso pareça ser desmentido por autores do próprio gênero. A acusação de conotação anti-capitalista, embora não necessariamente comunista ou socialista, vem da estética construída ao redor da música, que é reminiscente dos anúncios utilizados nos anos oitenta e noventa, mas oferecidas de forma desagradável, como se o progresso econômico fosse desagradável. Isso aliado ao uso de amostras de músicas antigas editadas para tornarem-se deprimentes e desconfortáveis parece sugerir que os artistas estão dizendo: “as promessas feitas pela economia não se cumpriram e nunca estivemos tão infelizes, basta comparar o que se professava no passado com o que temos agora.” Mas essa é uma opinião que não é partilhada por todos, o que inclui a própria Macintosh Plus.

Político ou não, estou curtindo.

http://www.youtube.com/watch?v=cCq0P509UL4

30 de junho de 2015

Por essa eu não esperava.

not my sweets…. not my treats.

Hoje eu estava atrás de um papel de parede novo pra minha área de trabalho e achei um bom do Neopets. Normalmente, eu coloco ligações para sites em seus nomes (então, na palavra Neopets, deveria haver uma ligação para o site Neopets), mas não me darei a esse trabalho porque Neopets atualmente está fora do ar. Veja, ano passado e também neste ano, meu sobrinho ficou me enxendo o saco para criar uma conta em Neopets pra ele, sendo esse um jogo que eu costumava jogar, mas o e-mail de ativação nunca chegou. Hoje, durante a minha busca pelo papel de parede, descobri por que.

Notícias de ontem: Neopets foi vendido para a empresa Jumpstart, a qual, aparentemente, tem débito e não poderia despender dinheiro num jogo que vale uns 300.000 paus (na perspectiva mais otimista, porque hoje, que conheço jogo melhor, vejo como Neopets era uma droga). Problemas técnicos começaram a acontecer, com o site ficando absurdamente lento, gráficos afetados e a queda da Busca das Chaves. Para compensar o erro, Jumpstart resolveu presentar os usuários com item raro em três de outubro de 2014, deflacionando o preço de um item que deveria custar 1.500.000NP para 30.000NP em vinte e quatro horas. Isso me faz querer tocar nesse assunto.

Eles não foram capazes de lidar com a delicada economia fictícia do Neopets, um dos aspectos mais interessantes do site, onde a economia é feita pelos próprios usuários que especulam sobre os itens que obtém e os leiloam por dinheiro de mentira, aprendendo noções de valor, compra, venda, inflação e outras coisas mais.

Além disso, por ser uma empresa aparentemente com débito, parece que muitos funcionários foram demitidos por corte de gastos, ocasionando uma coisa que aconteceu no fórum do Neopets neste final de semana e eu fiquei chateado por não ter estado lá para vivenciar o momento. O filtro de palavras sujas e de temas controversos, o recurso mais discutido do site, foi desativado por um final de semana enquanto os servidores eram movidos de um lugar para outro. Não deu outra. Por dois dias, Neopets virou um lugar que absolutamente não poderia receber as crianças que normalmente jogavam, porque uma onda de trolls e usuários reprimidos podia falar o que quisesse numa arena de discussão onde a censura beirava o fascismo. Tópicos sexuais, políticos, religiosos e de difamação reinavam, com usuários legítimos ficando assustados e confusos.

Para piorar, como alguns moderadores foram demitidos (Jumpstart nega isso, mas foi o que aconteceu), usuários que quebram as regras não estão sendo punidos. Parece ser o fim para um site que começou nos anos noventa e parecia muito bem até o ano passado. Os tempos mudam. Nada é estável.

Interessante que uma lenda neopiana fala que quando os três obeliscos místicos fossem descobertos (o obelisco da força, em Tyrannia, o Santuário de Coltzan e aquele terceiro obelisco que foi recentemente achado também em Tyrannia), Neopia “conheceria seu destino”. Isso parece Star Ocean 3.

9 de janeiro de 2015

Regen.

64 bit – Running 32-bit app under 64-bit linux – Ask Ubuntu.

Há alguns anos, um dos meus amigos veio aqui em casa para passar um dia comigo. Nós jogamos um bocado no Playstation 2 que tínhamos aqui. A principal atração, contudo, foi nossa noitada jogando um emulador de Mega Drive feito por fãs para Playstation 2. No meio do nosso jogo, encontramos o tal Rocket Knight Adventures, um jogo pelo qual me apaixonei.

Depois que meu colega foi embora, o Playstation 2 foi guardado e não pude mais jogar. Até eu resolver usar um emulador no meu computador para me dar ao luxo. Os emuladores de Mega Drive disponíveis no repositório do Ubuntu eram complicados (Mednafen) ou imprestáveis (os outros), então eu procurei por algo feito por terceiros. Assim descobri o Regen. Dei dois cliques e o negócio começou a funcionar, com nível de Snes9x, outro emulador que eu usava na época. Terminei Rocket Knight Adventures no Regen e não me arrependo de ter entrado em contato com a música daquele jogo.

Esses dias, Apple me mostrou um personagem de um jogo chamado Shining Force 2. O personagem parece uma pequena tartaruga ou lagartixa encouraçada com uma barriguinha amável e bem alimentada. Ai, ai, que pecado. Eu resolvi que jogaria só pela emoção de jogar com aquela criatura fofinha. Mas, como vocês já sabem, agora estou usando o Linux Mint Debian Edition 64-bit Cinnamon Edition, isto é, não é Ubuntu.

Peguei o Regen e tentei executá-lo aqui, mas nada aconteceu. Eu tentei executá-lo pelo Terminal para saber o que estava errado e descobri que ele estava tendo dificuldade em achar o arquivo “libgtk-x11-2.0.so.0”. “Certo, ele está com dependência faltosa, posso resolver isso”, pensei, com meu pensamento ainda um pouco nublado pela doce barriguinha da tartaruga. Aprendi na Internet o comando “apt-file search”, que me permite procurar por arquivos específicos dentro de pacotes não instalados, para saber em que pacote está libgtk-x11-2.0.so.0. A resposta era: no pacote “libgtk2.0-0”. Daí, abri meu gerenciador de pacotes e procurei pelo tal libgtk2.0-0, mas… ele já estava instalado.

Dando uma olhada no apt-file, eu pude ver que o arquivo libgtk-x11-2.0.so.0 instala no diretório /usr/lib/x86_64-linux-gnu/ e aí a resposta me acertou na face como xixi de bebê durante a troca de fralda. Na época do Ubuntu, eu usava um sistema 32 bits, com bibliotecas 32 bits devidamente instaladas, mas agora estou de 64 bits. De fato, “x86_64-linux-gnu” é um diretório cheio de objetos de 64 bits que não fazem sentido para uma aplicação de 32 bits, que parecia ser o caso do Regen. Alguém pode ter ficado preocupado até agora com a possibilidade de ter de recompilar o Regen para apontá-lo ao diretório correto, mas esse não é o caso: mesmo que eu apontasse o Regen para o diretório /usr/lib/x86_64-linux-gnu/, ele não poderia usar nada contido lá, por ser um programa de 32 bits, com capacidades limitadas.

Pensei um pouco. “Talvez o diretório certo não tenha sido criado”, passou pela minha cabeça, pois eu pensei que instalar algo de 32 bits através do APT poderia criar o diretório. Só que esse diretório já existia, porque o Wine já instala bibliotecas de 32 bits, eu só não sabia onde o diretório estava. Não era a solução certa, mas me deu uma ideia: e se eu, deliberadamente, instalasse dependências de 32 bits? Isso pode ser feito.

No repositório, programas e bibliotecas de 32 bits têm uma extensão “:i386” no nome. Então, em vez de instalar libgtk2.0-0, instalar “libgtk2.0-0:i386”. Instalei e tentei usar o Regen novamente. Agora, ele acusava a falta de um arquivo chamado “libXv.so.1”. Eureka! Isso significa que a primeira dependência havia sido satisfeita e que meu raciocínio estava correto afinal! Eu só precisava instalar as outras dependências e logo eu estaria saboreando aquila suculenta barriguinha…

Após instalar todas as dependências (libgtk-x11-2.0.so.0, libXv.so.1, libasound.so.2, libSDL-1.2.so.0), Regen funcionou, embora com uma interface meio feia. Inobstante, comecei a jogar Shining Force 2. Aprendi várias coisas hoje:

  1. Regen é um programa de 32 bits.
  2. Eu posso procurar por arquivos avulsos em pacotes não instalados usando o comando “apt-file search” seguido do nome do arquivo.
  3. Programas de 32 bits instalados pelo APT satisfazem dependências como 32 bits, mas as dependências ainda precisam ser instaladas manualmente se eu arrumar o programa por fontes fora do repositório.
  4. Não é uma doçura? http://www.shiningforcecentral.com/content/artwork/files/sf2/sf2_book_kiwi2.jpg
  5. As dependências do Regen pertencem aos pacotes libgtk2.0-0:i386, libxv1:i386, libasound2:i386 e libsdl1.2debian:i386, que podem ser instalados pelo Gerenciador de Aplicativos.

10 de junho de 2014

Junho, primeira parte.

Filed under: Jogos, Livros — Tags:, , , , — Yurinho @ 13:43

Ah, meu Deus, Parodius! Aquele estágio ambientado numa casa de banho masculina me distrai muito, com todos aqueles pinguins, porcos e polvos se banhando e enxugando-se! Sem falar que a música é algo, assim, sem precedentes!

O professor de metafísica nos passou um trabalho para fazer durante o recesso, que é basicamente problematizando a retórica no contexto filosófico clássico, mais especificamente em Contra os Retóricos e Górgias. Já a de ensino nos passou uma tarefa que envolve obter o planejamento semanal do professor de uma escola pública. O professor de ciência nunca passa nada, então, pois é…

Ainda estou tossindo feito um condenado, o que tem se intensificado após eu ter pego uma gripe desgraçada. Da gripe estou melhor, mas ainda tenho uma crise alérgica e fora que essa tosse persiste desde março. Já fui a vários médicos, que me disseram para tomar antialérgicos, nenhum me pediu um teste para ver se estou tuberculose (até porque, se eu tivesse tuberculose, eu já deveria estar tossindo sangue aqui). Mas noto que o meu problema se manifesta no meu quarto e fica mais brando quanto mais tempo passo longe do quarto e piora especialmente quando estou usando o computador. Minha mãe sugeriu que o problema é meu teclado e faz muito sentido: o teclado está imundo além do ponto em que se pode ter qualquer esperança de limpar e cada tecla pressionada libera partículas de mofo. Claro que meu quarto continua com mofo por causa do que aconteceu no começo do ano, mas eu sou o único ainda sofrendo com esse mofo, sendo também que sou aquele que passa mais tempo no quarto e mais tempo no computador. Resolveremos o problema do mofo em breve, mas meu teclado vai ter que esperar.

Terminei o minicurso de mitologia grega, mas nem foi lá essas coisas. O ar condicionado do auditório acabou comigo.

21 de fevereiro de 2014

É isso que faz um jogo ser um jogo.

Filed under: Computadores e Internet, Entretenimento, Jogos, Passatempos — Tags:, , , — Yurinho @ 17:07

Li em algum lugar que existe um debate flamejante entre jogadores e desenvolvedores de video-games a respeito da possibilidade de jogos eletrônicos serem um tipo de arte. Como precisava de conta pra comentar, esperei ter tempo e disposição para colocar o que penso a respeito do assunto em português, neste diário. Não acredito que jogos eletrônicos sejam arte.

Antes que alguém fique nervoso, não sou nenhum cara de quarenta anos prestes a falar da juventude de hoje. Tenho vinte e um e jogo video-games desde a Terceira Geração (Nintendo Entertainment System). Meu console mais recente é da Sétima Geração (Nintendo Wii). Já joguei outras plataformas ao longo das gerações de jogos eletrônicos que parecem durar cada vez menos, então acho que estou em posição de dar meu julgamento sincero quanto a treta.

Video-games são feitos principalmente de dois elementos fundamentais que não podem, absolutamente, ser separados um do outro: gráficos (video) e diversão, proporcionada pela programação (game). Sem gráficos, temos um programa ordinário e, sem programação, temos uma animação ou imagem estática. Existem outros dois elementos opcionais que podem fazer um jogo ruim ser um jogo melhor: música e trama.

Arte é a técnica empregada com finalidades estéticas. Quando se visa a beleza e a suscitação de prazer estético num receptor qualquer, está se fazendo arte. Quando se visa alguma outra coisa, não se está, embora o produto possa suscitar prazer estético no indivíduo por acidente.

Será que um jogo pode ser considerado arte por causa dos gráficos? Não, porque os gráficos são, em si, uma arte; gráficos suscitam, independente do resto do jogo, o prazer estético visual. O artista digital, ao modelar uma figura em três dimensões usando programas, está visando fazer uma boa arte, capaz de suscitar num indivíduo uma sensação específica. Não raro, é o deleite visual. Jogos, hoje em dia, têm muito poderio gráfico, as imagens são belas, detalhadas, uma verdadeira obra de arte. Mas mesmo que gráficos sejam arte, gráficos não tornam o jogo uma arte em si. O jogo ainda pode ser considerado uma caixa contendo os gráficos que serão admirados em separado ou em interação uns com os outros. Prova é que os mesmos gráficos, abstraídos do jogo, ainda causam prazer naquele que vê.

Será que um jogo pode ser considerado arte por causa da programação? Também não. Porque o programador de video-games não visa estética. Não raro, o programador apenas faz o que o artista digital pede que ele faça, por exemplo, que certa linha de código chame um determinado efeito (desenvolvido pelo artista digital) quando certos elementos, como sprites, entram em interação. Nesse caso, o programador é relegado ao papel de assistente do game designer, do artista digital, do músico ou do roteirista, trabalhando tal como trabalha o contra-regra de um filme. O que não significa que a programação com finalidade estética não seja uma arte em si. Quando o programador tem em mãos ferramentas, mesmo que feitas por outra pessoa, e usa suas perícias para dar um significado artístico a tais ferramentas, temos programação artística, uma arte. Um exemplo seria a execução de código arbitrário em Pokémon Yellow. O programador não estava meramente seguindo os parâmetros estipulados por um outro artista, ele tinha um papel principal que era o de fazer algo novo com gráficos já existentes e trabalhou inteiramente por conta própria na resignificação de elementos que sempre estiveram ali. Tudo isso com a função de incitar prazer estético naquele que vê. O programador de jogos eletrônicos tende ao segundo plano, infelizmente, visto que seu trabalho é provavelmente o mais difícil, e tem como função simplesmente “colar” os outros três elementos enquanto mantém um olho na diversão. Ele não visa prazer estético, ele visa eficiência, eficácia. Talvez não seja um artista, mas é certamente um técnico. Mas se o trabalho fosse invertido, se o artista digital visasse apenas eficiência e eficácia, facilidade, e o programador estivesse à cargo de fazer algo belo com gráficos feitos sob essas condições, o programador seria o artista.

Alguém pode perguntar-se se a diversão faz do jogo uma arte. Ainda assim não faz: a diversão visa outro tipo de prazer que não é o prazer estético. É o prazer lúdico. A Monalisa não tem botões. A única interação que se tem entre obra de arte e pessoa é de ordem espiritual, enquanto que, no prazer lúdico, é de ordem material. No lúdico, temos a interação entre nós e os elementos do jogo visando principalmente a vitória. De acordo com um artigo no site do Game Maker, o “jogo” em que nada específico é exigido do jogador (e, portanto, que não tem a vitória como objetivo concreto) é um brinquedo e não um jogo. Isso põe no balaio do brinquedo qualquer jogo como GTA, The Sims e toda trupe de jogos de computador em que “você faz seu objetivo”. No caso da Monalisa, o prazer advém da contemplação enquanto que no lúdico tem-se a interação material. Não tem como você parar para contemplar algum aspecto estético do jogo se você está tentando perceber um modo de pegar o item que está fora do alcance do seu pulo, calculando a possibilidade chegar ao próximo save point tendo apenas duas balas na sua pistola e nenhum item de cura, ponderando uma possível fraqueza ou padrão nos ataques de um chefe ou pensando aonde vai a próxima peça de Tetris.

Será que um jogo pode ser considerado arte por causa da música? Nem assim. Novamente, a música é uma arte que subsiste por si. Se ela acompanha um jogo, não faz dele uma arte, embora seja uma parte integrante do jogo. Isso porque a música pode, por si só, suscitar prazer estético num indivíduo mesmo quando separada do jogo, afinal a música é uma arte muito mais velha que o Atari 2600. Embora a música, com os gráficos e a trama, ajude a imergir o jogador em seu jogo, a atmosfera não é exatamente uma arte também. Mesmo que fosse, seria principalmente composta de gráficos, música e trama que são artes subsistentes em si. A música então seria outro elemento dentro da caixa do jogo que, apesar de operar com jogo, pode muito bem brilhar sozinha, sem por isso tornar o jogo uma arte. Tanto que existem comunidades devotadas a extrair música de jogos eletrônicos para partilhá-lhas fora de seus contextos, sem que elas percam seu potencial de tocar o ouvinte.

Será que um jogo pode ser considerado arte por causa da trama? Não, sendo que trama é uma história e, portanto, literatura. As oitocentas páginas de texto extraído de MOTHER 3 para tradução são um verdadeiro livro aberto. A trama, com seus propósitos, personagens, desenrolamentos, locais, tempos e razões se enquadra no gênero literatura. Ela pode brilhar sozinha também, já que você pode aproveitar a trama de um jogo sem jogá-lo, simplesmente assistindo outro indivíduo a jogar.

O jogo eletrônico, assim, não é arte, embora programação, gráficos, música e trama por vezes o sejam. Isso porque a principal função de um jogo como um todo é divertir. O jogo que não se compromete com a diversão é um mau jogo. Você pode forçar um jogo a tornar-se arte realçando os seus elementos artísticos em detrimento da diversão, mas isso invariavelmente tornaria o jogo uma mera cópia do cinema, exceto que talvez teria uma ou duas QTAs. E estas são as razões que tenho para desqualificar um jogo (pelo menos um bom jogo) como uma obra de arte, embora seus elementos literários, visuais e acústicos certamente o sejam em separado e realcem o prazer lúdico do jogo ao mesmo tempo que provêem, separadamente e independentemente, prazer estético.

Isso não significa que jogos são entretenimento de segunda classe, negativo. Jogos são um veículo indispensável para refinar o gosto estético daqueles que jogam, que entram em contato com cenários assombrosos, tramas bem feitas e música tocante, embora o principal objetivo do jogo seja divertir quem joga. E é isso que faz o jogo ser um jogo, o foco no prazer lúdico. Um jogo é ruim na medida em que se afasta desse objetivo principal.

26 de fevereiro de 2012

Aconteceu mesmo.

Eu estava jogando Yu-Gi-Oh! Duelists of the Roses, perdendo, com 3600 pontos de vida. Meu oponente, Mako Tsunami, tinha o jogo sob controle, mas eu ainda podia virar o jogo. Eu só precisava de fé no coração das cartas sorte.

Mas aí, Mako avançou em mim com o Tubarão Negro Comedor de Homens, no momento com 2600 pontos de ataque.

Por algum motivo obscuro, eu perdi com aquele ataque. Eu tinha 3600 pontos de vida e levei dano de 2600, eu deveria ter sobrevivido, com 1000 pontos restando. A máquina simplesmente me roubou 1000 pontos de vida.

Se eu fosse uma mulher, ficaria passada. A propósito, não bloguei mais cedo hoje porque um problema elétrico ameaçou pôr a casa em chamas.

Finalmente, minhas aulas começam amanhã e poderei voltar a fazer algo produtivo na minha pacata vida de nerd. Obrigado, Senhor.

Desejem-me sorte.

22 de fevereiro de 2012

“Nipio’s Adventure”.

Filed under: Computadores e Internet, Jogos, Música, Passatempos — Tags:, , , — Yurinho @ 11:48

Nipio. | SoFurry.

Estou agora também encarregado de desenhar arte conceitual para o jogo do Rain. Resolvemos nos livrar de Tinsel e mudar osprite uma vez mais para combinar com a história. Por falar nisso, também estou trabalhando como escritor, logo a história do jogo também é minha responsabilidade.

Estou feliz por não ter que aprender código para ajudar o Rain, já que, apesar de eu ter baixado o manual de C, eu ainda nem abri meu manual. Estou com preguiça.

Pois bem, então agora sou artista, escritor e compositor-chefe. Me sinto quase realizado; ainda quero meu diploma de filosofia. Me pergunto se eu terei tempo para essas pequenas coisas quando eu começar a trabalhar. Espero que sim, mesmo que só nos finais de semana. Eu ainda quero atualizar este blog muito antes do meu último suspiro.

Furquest provavelmente terá seu nome mudado para Nipio’s Adventure.

1 de outubro de 2011

Esgoto / “Sewer”.

Como já sabem, estou compondo a trilha sonora do jogo do meu colega, Silver. Outro designer quer usar minhas músicas, o tal Rainchu. Ele se apaixonou por Sewer, então pensei em mostrá-lo a vocês.

Sewer: um planeta decadente.

 

 

 Buraco / Hole.

“Buraco” é um tema feito para minas e ambientes subterrâneos. Tem seis minutos de duração com melodias semi aleatórias e batidas binaurais. Foi divertido brincar com a frequência e o panning dos instrumentos.

Emoções Rápidas / Quick Thrill.

Esta fiz quando pensei como Chris Hülsbeck teria feito Mine Cart Madness. Alguns indivíduos primam a superioridade de instrumentos absolutamente sintéticos sobre a síntese de amostras, mas isso não é válido. Óbvio que a síntese de amostras tem seus contras, mas ainda é um terreno fértil.

Voz do Vento / Wind’s Voice.

O violão principal que dá forma à música é uma GUS-patch conhecida como Nylon Guitar. Pessoalmente, nunca havia ouvido falar de violão de cordas de náilon antes de começar a fazer música sintética. Me arrependo do que fiz com a flauta no final, fazendo a flauta tocar acordes de uma oitava.

Escorregando / Slipping.

Uma coisinha mais Eveline Fischer. O sintetizador que usei para fazer a primeira melodia foi o Bitinvader, com uma onda de pulso conectada a bandeja de controle (sine). Venho fazendo essas coisas com Bitinvader desde que compus “Assuma o Risco de Ouvir”, provavelmente meu primeiro experimento com batidas binaurais.

Lençol Freático Podre / Tainted Underground River.

Fiz esta para um certo gambá albino que gosta de clarineta. Após ouvir a música, ele me disse que ama melody passing, stacking e broken harmonics. Já que não tenho instrução formal em música, não entendi o que ele disse, mesmo depois de ele ter me explicado. Note que as cordas deixaram de colaborar comigo na metade da música…

sudo shutdown -h now

Tema de chefe! Este é provavelmente meu primeiro trabalho com uma melodia séria composta de cordas, no caso, strings01.ogg. Ainda dizem que síntese de amostras não presta… Fiquei apaixonado com o som do overdrive e resolvi fazer dele uma linha de baixo.

Apagão / Blackout.

David Wise, apesar de admitir que a música que mais lhe deu trabalho em Donkey Kong Country ter sido Stickerbrush Symphony, diz que sua favorita ainda é Aquatic Ambiance. Bom, de todo o Sewer, esta é minha música favorita, embora tenha sido fácil de fazer. O sintetizador mestre é o Old Computer Games. Minha parte favorita, fora o final, é o arpejo que o precede.

A Última Árvore / The Last Tree.

Uma coisinha calminha, depois do Apagão. Quando fui preparar a terceira melodia de flauta, fiquei sem ideias. Daí, já que a batida de Bayou Boogie é uma cópia… achei que não teria problema copiar as três primeiras notas do violino do tema principal de Silent Hill, só para empurrar.

Queda da Fábrica / Factory Collapse.

Misturando minhas duas guitarras favoritas (SEGuitar.xpf e Distortion Guitar 5.xiz). Além disso, resolvi fazer uma brincadeira com snare5.ogg, conectando sua agudez à bandeja de controle (sine). Isso gera um efeito como o flanger, porém mais leve e mais fácil de usar, já que não consigo fazer um som bom com flanger.

Robô Funkeiro / Funky Robot.

Tema de chefe! O nome é ridículo, mas sabia que tem uma música no Turrican 2 chamada Hi, Gi-Joe? Esta é para todos aqueles que acreditam que síntese de amostras não tem futuro; o sintetizador mestre é derivado da amostra techno_synth04.ogg. Quero ver seu Zynaddsubfx fazer isso!

Terra / Earth.

Lembra quando eu disse que David Wise disse que Stickerbrush Symphony foi a música mais difícil de fazer para Donkey Kong Country? Bom, aqui está a música mais difícil que já fiz. Me tomou uma semana, quando a maioria das minhas músicas me toma três ou dois dias. Dei o maior duro para não repetir melodias nem uma vez, criar uma música que, com exceção das batidas e das linhas de baixo, não repetisse partes nenhuma vez. O resultado foram duas melodias de dezesseis barras, duas de doze e duas de oito barras. Algumas sequências de violão (cordas de ferro) me lembram Vento no Litoral (Legião Urbana), embora eu não tenha usado essa música como inspiração e só tenha percebido a vaga semelhança no arranjo de notas cortadas depois de ter feito um .mp3 de Terra.

Espeleólogo / Speleologist.

Olha elas aí de novo: amostras (chorus01.ogg e juno_pad01.ogg). A melodia está exagerada e levemente dissonante com o coral e as cordas. Aliás, o coral parece feito de asmáticos… As batidas fortes foram feitas usando um sintetizador modulador de frequência baseado em Zynaddsubfx.

Solidão / Solitude.

Maior parte desta música é Zynaddsubfx. A melodia e os acordes de órgão são, respectivamente, Full Square.xiz e Dark Strings.xiz, este último tocando acordes de três ou quatro oitavas (humanamente impossível, a não ser que você tenha várias mãos ou que pelo menos duas pessoas estejam operando o mesmo teclado).

Abelha Gigante / Giant Bee.

Batalha final, n00bs! Tripleoscillator com modulação de frequência gerando sons irregulares que não correspondem com as notas, corais tensos (amostra!) e guitarra. A guitarra tem três valores ligados à mesma bandeja (sawtooth dividido por 100), assim, a medida que a música se desenvolve, volume, agudez e panning aumentam.

É só isso por hoje. Só resolvi partilhar alguma música por aqui. Tudo isso foi feito em software livre. Por falar nisto, não vou mais fornecer atualizações sobre o Oneiric porque a maior parte dos problemas foi corrigido e o beta está usável. Só falta mesmo sair a versão final, entre o dia 13 ou 14 de outubro.

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