A moral e a natureza humana.

O texto abaixo é uma honesta aula filosófica baseada em Além do bem e do mal, ou prelúdio de uma filosofia do futuro, escrito por Nietzsche, com sugestões de como as ideias contidas em tal escrito podem ser usadas para desenvolver o país e ajudar as pessoas a se compreenderem. Coisas que a filosofia nãoContinuar lendo “A moral e a natureza humana.”

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Preocupações.

Depois de um tempo me dedicando à vida real, eu resolvi voltar a estudar e escrever. Mas eu tenho um monte de material sobre temas obscuros que ainda faltam ser lidos e também um monte de material de filosofia que eu tenho que ler. Por exemplo, eu comecei a ler Ideologia Alemã. Apesar do nome,Continuar lendo “Preocupações.”

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O que aprendi lendo “Ideias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenológica”.

“Ideias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenológica” foi escrito por Edmund Husserl. Abaixo, o que aprendi lendo esse texto. O conhecimento natural é experimental. Assim, o conhecimento natural se desenrola e é limitado pelo mundo, que é o campo de atividade da experiência. No mundo, o ser efetivo e o ser realContinuar lendo “O que aprendi lendo “Ideias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenológica”.”

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O “Críton”, de Platão.

Este livro foi escrito por Platão. Abaixo, algumas paráfrases desse texto. Elas não necessariamente reflectem minha opinião sobre um dado assunto. Uma pessoa pode dizer que você realmente é feliz ao ver você tranquilo mesmo quando uma desgraça acontece. Se a morte é inevitável, só se pode aceitá-la. As pessoas odeiam quem faz mais casoContinuar lendo “O “Críton”, de Platão.”

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Pausa!

Esses dias, eu me detive um bom tempo estudando sobre relacionamentos entre menores e adultos, bem como entre dois menores. Se eu continuar estudando esse tema com tanto afinco, ficarei entediado dele. Então voltarei a ler coisas mais normais por enquanto. Tudo em excesso é prejudicial, especialmente quando se trata de uma pesquisa de temaContinuar lendo “Pausa!”

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Anotações sobre “Assim Falou Zaratustra”.

“Assim Falou Zaratustra” foi escrito por Friedrich Nietzsche. Abaixo, algumas afirmações feitas nesse texto. Elas podem ou não coincidir com o que eu penso sobre este assunto. Perguntas sobre minha opinião podem ser feitas nos comentários. O amor pela humanidade pode isolar você dela, por amá-la demais. Você pode acabar ajudando outros a dificultar suaContinuar lendo “Anotações sobre “Assim Falou Zaratustra”.”

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A “Carta a Einstein, 1932” de Freud.

“Carta a Einstein, 1932” foi escrita por Freud. Abaixo, algumas afirmações feitas no texto. Elas podem ou não corresponder ao que eu penso sobre o assunto. Perguntas sobre minha opinião podem ser feitas nos comentários. Um problema de época: é possível um futuro sem guerra? O avanço tecnológico não é capaz de parar a guerra.Continuar lendo “A “Carta a Einstein, 1932” de Freud.”

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Anotações sobre “Além do bem e do mal ou prelúdio de uma filosofia do futuro”.

“Além do bem e do mal ou prelúdio de uma filosofia do futuro” foi escrito por Nietzsche. Abaixo, o que aprendi lendo esse livro. O bem e o mal. Nem tudo é “bom” ou “ruim”: há áreas cinzentas entre os valores. Antinomia de valores pode muito bem ser só um ponto de vista. Pensadores tradicionaisContinuar lendo “Anotações sobre “Além do bem e do mal ou prelúdio de uma filosofia do futuro”.”

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Anotações sobre o “Crepúsculo dos Ídolos”.

Crepúsculo dos Ídolos foi escrito por Friedrich Nietzsche. Abaixo estão algumas afirmações feitas no livro. Uma afirmação pode ou não coincidir com o que eu penso sobre o assunto. Defender uma causa controversa requer que o indivíduo se mantenha sereno. O triunfo requer petulância. Força em excesso prova força suficiente. A mentira é mais comumContinuar lendo “Anotações sobre o “Crepúsculo dos Ídolos”.”

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Anotações sobre o nascimento da tragédia.

A tragédia nasce do espírito da música, diz o autor. Por que os gregos tinham necessidade do gênero trágico, eles que eram tão felizes? Pessimismo não é sinal seguro de declínio. Foi Sócrates quem matou a tragédia grega. A razão descreditou a tragédia. A racionalidade pode ser sinal mais seguro de declínio do que oContinuar lendo “Anotações sobre o nascimento da tragédia.”

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