Analecto

28 de julho de 2019

What I learned reading “New System of Nature.”

Filed under: Livros — Tags:, , — Yurinho @ 16:25

New System of Nature” was written by Leibniz. Below, what I learned by reading his text.

  1. Promote your writings.
  2. Wise men should collaborate more often.
  3. It would be easier to attain such collaboration if different thinkers didn’t use the same word in different ways.
  4. Do not publish your text immediately; give it to other people who also study the subject you wrote about to see if they can critique it first.
  5. Only after fixing the text accordingly, you can publish it.
  6. If your text is reviewed by other intellectuals, it will be worth reading it.
  7. Animals are not machines.
  8. Aggregate matter is not capable of forming consciousness or intellect.
  9. Life is a miracle attributable to God.
  10. Spiritual things can not be explained by the laws of matter.
  11. Resurrections occur in nature.
  12. To assume that one can explain nature in the same way that one explains the products of human artifice (mechanicism) is presumption.
  13. Mechanicism does not explain thought or consciousness.

18 de maio de 2019

What I learned reading “Monadology.”

Filed under: Livros, Passatempos — Tags:, — Yurinho @ 14:34

Monadology” was written by Leibniz. Below, what I learned by reading this text.

  1. The “monad” has no parts.
  2. It is simple, and enters into the composition of other substances.
  3. If there is not something that can not be divided, it is not possible to explain the multiplicity of compound things.
  4. There must be something that can not be divided.
  5. Being simple, the spiritual units were not formed: or they always existed or “appeared.”
  6. In this case, they have miraculously appeared and also miraculously disappear.
  7. The famous statement that spiritual units “have no windows” must be understood in the sense that nothing enters or leaves the monad, being simple.
  8. If it is simple, it is totally compact in itself: it does not receive an addition and it can not be subtracted.
  9. The problem with the atom of Democritus is that it does not explain the qualitative differences between beings and substances, since Democritus conceptualized atoms as different only in format.
  10. Although the monad can not be destroyed but miraculously, it is subject to becoming.
  11. Monads change because of an inner quality: if they can not receive addition or subtraction, the monad changes alone, without an external agent.
  12. Mechanism, the idea that natural phenomena can be explained by analogy to products of human artifice does not explain perception.
  13. There are unconscious perceptions: if we only perceive, for example, sounds while conscious, how can the noise wake us from sleep?
  14. The monad does not correspond to the soul.
  15. To arouse prudence (“attainment” in Leibniz), several impressions are not necessary: ​​a traumatic experience, even one, can produce the same effect as several small bad experiences.
  16. What differs from other animals is the ability to do science, not simply reason.
  17. Classically, “soul” is the principle of movement, whereas “spirit” is only the rational part of the soul.
  18. There are two kinds of truth: reason (a priori, “every bachelor is an unmarried one”) and those in fact (a posteriori, “something happened in such and such a way”).
  19. The truths of reason are necessary and can not be otherwise, the truths of fact are contingent and can be otherwise.
  20. There are truths that do not need proof.
  21. God exists.
  22. We see that the material world is contingent, that is, subject to generation and corruption.
  23. The world can only have its origin in a necessary being, something that must exist and that always existed.
  24. God has perfect understanding, so He can only make good choices.
  25. Spiritual things follow formal and final causes.
  26. Physical things follow material and efficient causes.
  27. Enduring the bad consequences of sin are, in themselves, a form of repentance: suffering is the best way to learn your lesson.
  28. There is no action without consequences.

26 de junho de 2016

O que aprendi lendo “Monadologia”.

Filed under: Livros — Tags:, , , , , , — Yurinho @ 09:17

Monadologia” foi escrito por Leibniz. Abaixo, o que aprendi lendo esse texto.

  1. A “mônada” não tem partes.
  2. Ela é simples, e entra na composição de outras substâncias.
  3. Se não houver algo que não possa ser dividido, não é possível explicar a multiplicidade de coisas compostas.
  4. Deve haver algo que não possa ser dividido.
  5. Sendo simples, as unidades espirituais não foram formadas: ou elas sempre existiram ou “apareceram”.
  6. No caso, elas apareceram milagrosamente e somem também milagrosamente.
  7. A célebre afirmação de que as unidades espirituais “não têm janelas” deve ser entendida no sentido de que nada entra ou sai da mônada, sendo ela simples.
  8. Se é simples, é totalmente compacta em si: não recebe acréscimo e não pode sofrer subtração.
  9. O problema do átomo de Demócrito é que ele não explica as diferenças qualitativas entre os seres e as substâncias, porquanto Demócrito conceituava os átomos como diferentes apenas em formato.
  10. Embora a mônada não possa ser destruída senão milagrosamente, ela está sujeita ao devir.
  11. Mônadas mudam por causa de uma qualidade interna: se não podem receber acréscimo ou subtração, a mônada muda sozinha, sem que haja agente externo.
  12. O mecanicismo, a ideia segundo a qual os fenômenos naturais podem ser explicados por analogia a produtos do artifício humano não explica a percepção.
  13. Existem percepções inconscientes: se só percebemos, por exemplo, sons enquanto conscientes, como o barulho pode nos acordar do sono?
  14. A mônada não corresponde à alma.
  15. Para despertar a prudência (“consecução”, em Leibniz), não são necessárias várias impressões: uma experiência traumática, mesmo que seja uma só, pode produzir o mesmo efeito de várias pequenas experiências ruins.
  16. O que difere o ser humano dos outros animais é a capacidade de fazer ciência, não simplesmente a razão.
  17. Classicamente, “alma” é princípio de movimento, ao passo que “espírito” é somente a parte racional da alma.
  18. Existem dois tipos de verdade: as de razão (a priori, “todo solteiro é um não casado”) e as de fato (a posteriori, “algo aconteceu de tal e tal forma”).
  19. As verdades de razão são necessárias e não podem ser de outro modo, as de fato são contingentes e podem ser de outro modo.
  20. Existem verdades que não precisam de prova.
  21. Deus existe.
  22. Vemos que o mundo material é contingente, isto é, sujeito à geração e à corrupção.
  23. Ele só pode ter sua origem em um ser necessário.
  24. Deus tem perfeito entendimento, então, só pode fazer boas escolhas.
  25. Não há nada de morto no universo.
  26. As coisas espirituais seguem causas formais e finais.
  27. As coisas físicas seguem causas materiais e eficientes.
  28. A penitência do pecado é sua consequência ruim, seja a longo prazo ou a curto prazo.
  29. Não existe ação sem consequência: as boas são recompensadas e as más são punidas.

23 de junho de 2016

O que aprendi lendo “Novo Sistema da Natureza”.

Filed under: Livros, Passatempos — Tags:, , , , , , — Yurinho @ 09:15

Novo Sistema da Natureza” foi escrito por Leibniz. Abaixo, o que aprendi lendo o texto dele.

  1. Divulgue seus textos.
  2. Sábios deveriam colaborar mais frequentemente.
  3. A dificuldade sentida pelos sábios em trabalhar juntos se deve aos termos usados de forma diferente dependendo do pensador.
  4. Não publique um texto imediatamente; dê-o a outras pessoas que conhecem o assunto pra ver se elas encontram falhas, daí, após corrigir quaisquer falhas, publique.
  5. Se seu texto for revisado por outros intelectuais, valerá mais a pena lê-lo.
  6. Animais não são máquinas.
  7. Juntar vários pedacinhos não forma algo contínuo.
  8. Matéria agregada não é capaz de formar consciência ou intelecto.
  9. Separar a ciência da metafísica restringe seu avanço.
  10. A vida é um milagre atribuível a Deus.
  11. As coisas espirituais não podem ser explicadas pelas leis da matéria.
  12. Ressurreições ocorrem na natureza.
  13. Assumir que se pode explicar a natureza da mesma forma que se explica os produtos do artifício humano (mecanicismo) é presunção.
  14. O mecanicismo não explica o pensamento nem a consciência.
  15. A concordância entre todas as substâncias em algo que faça sentido só seria possível se a causa delas fosse a mesma, em última instância.

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