Analecto

4 de dezembro de 2012

“It never hurts to help”?

Prophecy the Viking Child music – YouTube.

Um dos meus colegas de equipe desistiu da disciplina às vésperas da apresentação. Que facínora! Também não tenho certeza se a dona mocinha aparecerá ou não no dia para fazer a apresentação comigo, e a ação ocorrerá na quinta-feira! Sinto que o fim da disciplina será marcante.

Para garantir, estudarei a parte deles por alto e treinarei o texto como um louco amanhã, embora eu acredite que eu não tenha condições de apresentar o meu texto e mais o texto do sacana desistente no dia. Se a dona mocinha faltar, estarei condenado.

Sem pânico. Empurrarei com a barriga como sempre faço, eh. Só preciso de um café pra me acalmar primeiro…

Tudo bem, sintetizarei a história da psicologia social em um parágrafo e as críticas feitas à ela em três parágrafos. Se eu conseguir explicar o que é psicologia social, encher linguiça e depois criticá-la, tudo isso depois do meu texto principal, terei chance. Comecemos…

A Wikipédia resolveu a primeira parte pra mim:

A psicologia social surgiu no século XX como uma área de aplicação da psicologia para estabelecer uma ponte entre a psicologia e as ciências sociais (sociologia, antropologia, ciência política). Sua formação acompanhou os movimentos ideológicos e conflitos do século, a ascensão do nazi-fascismo, as grandes guerras, a luta do capitalismo contra o socialismo, etc. O seu objeto de estudo é o comportamento dos indivíduos quando estão em interação, o que ainda hoje, é controverso e aparentemente redundante pois como se diz desde muito: o homem é um animal social.

[…]

Segundo Aroldo Rodrigues, um dos primeiros psicólogos brasileiros a escrever sobre o tema, a psicologia social é uma ciência básica que tem como objeto o estudo das “manifestações comportamentais suscitadas pela interação de uma pessoa com outras pessoas, ou pela mera expectativa de tal interação”. A influência dos fatores situacionais no comportamento do indivíduo frente aos estímulos sociais. (Rodrigues , 1981)

Sintetizando as críticas, temos:

  1. A psicologia social se baseia no simples ato de descrever e nomear, assim ela só diz o óbvio ou o que já foi dito.
  2. Parece ter se tornado uma jogada de marketing, por causa das mudanças econômicas que ocorreram no contexto de seu desenvolvimento, tornando-se ferramenta à serviço do capital, focando-se unicamente no desenvolvimento da atividade grupal, otimizando assim a mão-de-obra. Ou seja, servia meramente, pelo menos no século vinte, como “estudo da formação de grupos e discurso sobre como mantê-los unidos”.
  3. Foca-se no grupo negligenciando o desenvolvimento individual e desconsiderando o aperfeiçoamento do indivíduo como pessoa.

Claro que não é mais assim hoje, visto que a psicologia social no século vinte e um pelo menos se preocupa com o aperfeiçoamento do indivíduo enquanto ser social e não simplesmente como aperfeiçoamento de tijolos na parede. Adicionando isto ao meu texto principal, tenho informação o bastante para suprir a necessidade do grupo (irônico). Mas ainda assim, não me garantirei sozinho, especialmente se o bacharel quiser fazer perguntas.

29 de outubro de 2012

Texto unificado para a apresentação sobre psicologia social.

Filed under: Saúde e bem-estar — Tags:, , , — Yurinho @ 17:58

Título: Psicologia Social.
Aluno/Equipe: Bárbara, Dorismar, Yure.
Principais tópicos: a ética como reflexão sobre o social, o erro da filosofia, Freud e os instintos, a psicologia social e seus objetos de estudo.
Recursos: oratória.
Bibliografia: WIKIPÉDIA, Psicologia Social. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_social&gt;. Acessado em: quarta, 5 de dezembro de 2012.

A reflexão a respeito da relação do ser humano com seus semelhantes coincide com a reflexão a respeito deste mesmo humano; os filósofos não tinham tanto interesse em relações sociais como tinham com a natureza ou condição do indivíduo e, na filosofia moderna por exemplo, a reflexão sobre o indivíduo social era como um anexo às teorias do Estado. Desde de antes do Cristo, dizia-se que o ser humano é um animal social, ou seja, o indivíduo é naturalmente voltado à vida em sociedade. Por isso, a ética é um tema tão recorrente; como estamos em constante atrito com nossos semelhantes, devemos encontrar o justo meio entre o egoísmo e selflessness, entre ser um babaca que ama a si mesmo acima de tudo e um capacho sangue de barata. A ética não é uma reflexão puramente jurídica, mas é muito mais abrangente: é a reflexão sobre como devemos agir e sobre como devemos viver, como sermos felizes e isso inclui a reflexão sobre normas de conduta relacionadas à convivência.

O trato com os nossos semelhantes contudo era normalmente uma questão de vontade e razão; nossos impulsos e instintos quase nunca eram levados em conta a não ser como exemplo do que não fazer ou fazer moderadamente. A relação com os outros devia ser racional, assumindo-se que ambos os envolvidos numa conversa eram indivíduos racionais, que os integrantes de um grupo eram indivíduos racionais, a convivência em sociedade não admitia instintos, pois admiti-los significava dar o braço à torcer ao fato de que o ser humano é mais animal que social. Claro que, no final, o impulso para a vida em sociedade era um instinto e a necessidade de regras para prender-se à essa vida social era um instinto de preservação.

Com o passar do tempo, Freud começou as especulações sobre os instintos da pessoa no nível clínico. Reprimir os impulsos para devotar-se à polida vida social não só podia matar a felicidade de certas pessoas, mas também causar-lhes doenças que pareciam vir do nada. Freud é considerado a ponte entre filosofia e psicologia moderna, uma vez que o estudo da alma era parte da filosofia. Sendo uma disciplina que se voltava para tantos objetos, a filosofia dava pouca importância ao ser humano em sociedade, especialmente suas pulsões, sempre vistas como controláveis. Sentimentos inconscientes e emoções reprimidas eram algo impensável, já que, naquele tempo, se pressupunha que o ser humano estava sempre cônscio do que se passava com ele. Freud pôs o indivíduo em confronto com seu lado mais obscuro, mediante aplicações de técnicas que ele aprendeu com a medicina e com a hipnose.

A vida em sociedade então deve ser reavaliada e posta em evidência novamente, sob uma ótica própria, não mais dependendo da boa vontade da filosofia e à mercê da tendência desta de achar que todos os humanos são completamente racionais. Este é o objeto da psicologia social, a parte da psicologia que estuda, especificamente, o comportamento da pessoa enquanto se socializa.

De acordo com a Wikipédia:

A psicologia social surgiu no século XX como uma área de aplicação da psicologia para estabelecer uma ponte entre a psicologia e as ciências sociais (sociologia, antropologia, ciência política). Sua formação acompanhou os movimentos ideológicos e conflitos do século, a ascensão do nazi-fascismo, as grandes guerras, a luta do capitalismo contra o socialismo, etc. O seu objeto de estudo é o comportamento dos indivíduos quando estão em interação, o que ainda hoje, é controverso e aparentemente redundante pois como se diz desde muito: o homem é um animal social.

[…]

Segundo Aroldo Rodrigues, um dos primeiros psicólogos brasileiros a escrever sobre o tema, a psicologia social é uma ciência básica que tem como objeto o estudo das “manifestações comportamentais suscitadas pela interação de uma pessoa com outras pessoas, ou pela mera expectativa de tal interação”. A influência dos fatores situacionais no comportamento do indivíduo frente aos estímulos sociais. (Rodrigues , 1981)

A psicologia social estuda as relações interpessoais (entre pessoa e pessoa), o interacionismo simbólico (entre pessoa e grupo) e as interações entre as massas (grupo e grupo), tanto em suas afinidades quanto em seus conflitos, por que conflitos ocorrem, por que as pessoas se juntam, como se juntam, o que acontece realmente na vida em grupo, como ser feliz em grupo, como ser você em grupo, como não se deixar levar pela coletivização e se tornar apenas mais um tijolo na parede e como não ser um babaca que só pensa em si mesmo sem, ao mesmo tempo, ser um capacho sangue de barata.

Há, porém, críticas à essa ciência, porque nada é perfeito:

  1. A psicologia social se baseia no simples ato de descrever e nomear, assim ela só diz o óbvio ou o que já foi dito.
  2. Parece ter se tornado uma jogada de marketing, por causa das mudanças econômicas que ocorreram no contexto de seu desenvolvimento, tornando-se ferramenta à serviço do capital, focando-se unicamente no desenvolvimento da atividade grupal, otimizando assim a mão-de-obra. Ou seja, servia meramente, pelo menos no século vinte, como “estudo da formação de grupos e discurso sobre como mantê-los unidos”.
  3. Foca-se no grupo negligenciando o desenvolvimento individual e desconsiderando o aperfeiçoamento do indivíduo como pessoa.

Porém, a psicologia social mudou com o passar do tempo, deixando de ser uma simples ferramenta empresarial e tornando-se uma ciência mais séria e comprometida com o aperfeiçoamento individual também e não apenas uma supervisora de tijolos.

19 de outubro de 2012

Preparação para a prova de psicologia.

Filed under: Livros, Saúde e bem-estar — Tags:, , , — Yurinho @ 00:09

Neopets – Busca das Chaves.

Além da apresentação que tenho de fazer em novembro, tenho também de me preparar para uma prova. A professora passou, contudo, vinte questões para ajudar-nos na preparação. É um tipo bem básico de revisão.

Aqui estão as questões que sei a resposta na ponta da língua. Eu colocaria todas e pesquisaria suas respostas só para pô-las aqui, mas está tarde.

  1. Descreva o processo de entrada do adolescente no mundo adulto. Me dói falar nessas coisas… De acordo com o texto Adolescência Normal, de algum teórico do desenvolvimento, é um momento de renúncia completa à infância em que o adolescente perde três coisas que faziam parte de sua vida, perdendo assim seu norte. Não é um momento fácil e representa o total rompimento do filho com seus pais, um processo que está em andamento desde o nascimento.
  2. Apresente as fases de desenvolvimento segundo a teoria psicanalítica. A primeira é a fase oral, em que maior parte do prazer do indivíduo vem da boca. É um truque evolutivo, pois essa é a fase em que a nutrição é a maior das prioridades e relacionar nutrição e prazer, normalmente de natureza erótica, é uma dupla garantia de que o indivíduo não morrerá de fome. Talvez morra engasgado, contudo… A segunda é a fase anal, divida em dois momentos: expulsivo e retentivo. Na fase anal expulsiva, o indivíduo experimenta prazer em liberar as fezes, enquanto que, na fase retentiva, o prazer está em controlá-las. É a fase em que o indivíduo descobre que pode não apenas interagir com o mundo a sua volta, mas também manipulá-lo e manipular a si mesmo, controlando processos que antes pareciam completamente acidentais. A terceira fase é a fase fálica. Alguns teóricos estipulam um período de transição entre a fase anal e a fálica denominado fase uretral, em que o indivíduo percebe que aquilo que ele pode fazer com as fezes, isto é, exercer controle também pode ser feito sobre a urina, deslocando um pouco seu interesse para os órgãos genitais, iniciando a fase fálica. Na fase fálica, o indivíduo descobre seus órgãos genitais e o prazer que eles proveem. A masturbação primária, como simples mecanismo de alívio do tédio, ocorre nessa fase, assim como a curiosidade de saber as diferenças entre meninos e meninas. Nas meninas, a fase fálica manifesta-se como uma curiosidade sobre os órgãos genitais masculinos e uma inveja do pênis (giro…). Depois vem o período de latência, onde esses focos de prazer perdem a força frente à outras distrações. Por último, a fase genital, em que o foco do prazer é o próximo e como um todo, não apenas como uma parte (boca ou órgãos genitais). A fase genital normalmente coincide com a puberdade.
  3. Descreva o id, o ego e o superego e seus modos de funcionamento. O id é o reservatório de energia psíquica, um animal com desejos que mais quer é comer, dormir e fazer sexo, ou quase isso. Trata-se da fonte de nossos impulsos, dos mais básicos aos mais sofisticados. Está longe de nosso controle completo e, no final das contas, é ele que dita as regras da nossa vida. O ego sou eu, o estranho que tornou-se dono do tal animal e tem que adestrá-lo. Como eu não controlo que vontade eu tenho, quando eu tenho e em que intensidade, tudo o que posso fazer para viver com o id é gerenciá-lo. Observe que gerenciar não é o mesmo que destruir ou suprimir. Controlar o id significa procurar hora e lugar para a satisfação desses desejos, saciá-los realisticamente (o ego funciona sobre o princípio da realidade ao passo que o id funciona sobre o princípio do prazer). O superego é o outro, um livro de regras, um manual de adestramento para o id. É a introjeção da lei, nossa consciência, nosso senso de certo e errado e que nos pune com a culpa sempre que infringimos suas regras. Por exemplo… preciso ir ao banheiro (amo este exemplo). Eu poderia simplesmente sair da sala de aula e ir, se eu agisse de acordo com o id. Eu poderia ficar porque eu poderia parte importante da aula, se eu agisse de acordo com o superego. Ceder a um lado, me geraria prazer e culpa; ceder ao outro lado me traria benefício e desconforto. O ego tem o papel de ler o manual (superego) e adestrar o animal (id) com os métodos que são viáveis; é impossível agir sempre nas leis do superego. O ego então tem que se desdobrar para satisfazer o id sem ferir a lei do superego ou transgredi-la o mínimo possível.
  4. Quais os lutos que precisam ser elaborados pelo adolescente? O luto pela personalidade infantil (aceitar que não é mais criança e deixar de agir como tal), o luto pelo corpo infantil (aceitar que as mudanças em seu corpo estão fora do seu controle e que você perderá o corpo com o qual você estava adaptado) e o luto pelas relações infantis (aceitar que as pessoas lhe tratarão diferente de agora em diante). Mas há controvérsias.
  5. Descreva os marcadores biológicos da puberdade. Eca… Nos homens: crescimento de pelos, mudança da voz, aumento do tamanho e do peso, produção de esperma. Nas meninas: crescimento de pelos, desenvolvimento dos seios, menstruação, aumento do tamanho e do peso.
  6. Adolescência e puberdade são universais? Justifique. Puberdade é universal; infelizmente, não permanecemos crianças pela vida toda. Nosso corpo muda e a puberdade é esse período de mudanças. Adolescência, contudo, não é universal, dado que a adolescência é um período puramente cronológico que varia de cultura para cultura, ao passo que existem culturas que não têm a adolescência na sua grade cronológica de desenvolvimento (só infância e idade adulta), dando à criança tarefas e tratos de adulto assim que ele atinge certa idade ou dado certo acontecimento. Nessas culturas, não há um período de transição entre infância e idade adulta, não há um período de preparação em que a criança aprende o necessário à vida adulta. Não que isso impeça seu corpo de mudar, óbvio.
  7. O que é a zona de desenvolvimento proximal na teoria de Vygotsky? É a diferença entre desenvolvimento efetivo (aquilo que o indivíduo pode fazer sozinho) e o desenvolvimento potencial (aquilo que o indivíduo pode fazer se tiver ajuda).
  8. Fale sobre a psicologia como ciência, objeto de estudo e métodos. A psicologia estuda a mente, isto é, a influência que os pensamentos e sentimentos podem ter sobre o corpo e seu funcionamento, além do comportamento humano. Seus métodos são o diálogo e a observação.

Eu sei mais respostas, mas estou com muito sono mesmo e tenho que acordar às cinco.

12 de setembro de 2012

Consolando na Vida Real.

Filed under: Saúde e bem-estar — Tags:, , , — Yurinho @ 21:56

Ladytron – Beauty 2 – YouTube.

Na aula de psicologia evolutiva, minha professora mencionou que ela está prestes a perder o cachorro do qual ela cuidava há oito meses. Ela sempre quis ter um cachorro, se preparou para recebê-lo, mas foi uma imprudência; ela é muito ocupada e não tinha tempo para sair com o cachorro e dar-lhe merecida atenção (é um beagle). Além disso, o cachorro comia as coisas na casa dela. Ela então contratou uma “babá de cães”, como em Corneil & Bernie. A babá deixou o cachorro adoecer e ele será sacrificado.

Aquilo me deixou muito constrito. Ela prosseguiu a aula como de costume, embora eu estivesse abalado. Pensei em consolá-la, mas eu não tenho costume de consolar pessoas na Vida Real, só online. Mas eu não podia deixar isso passar; consolar pessoas que nem sequer estão no meu país e fazer vista grossa para quem está tão perto me parece simplesmente errado.

Aprendemos sobre o id, o ego e o superego, as três instâncias dinâmicas da psique postuladas por Freud. O id seria o reservatório de energia psíquica que nos impele a fazer coisas imediatamente (“o que eu desejo, desejo agora”). Não se comunica por meio de palavras, mas por imagens, como os sonhos que, para Freud, são manifestação do desejo. Quando insatisfeito, o id gera uma tensão, infantilistas sabem do que falo. Essa tensão cresce até que o que a estimula seja tirado de vista ou o nosso desejo seja satisfeito. A tensão pode durar muito tempo mesmo depois de a retirada do objeto que incita desejo. Basicamente, o id nos move, pois é o que nos dá nossos desejos e aspirações, dos mais baixos e imundos aos mais altos e louváveis.

O ego seria a nossa tentativa de controlar o id. É uma parte mais desenvolvida da psique que aparece por meio da convivência. O id então é administrado pelo ego e nossas “moldagens” dessa força primitiva gera nossa forma de lidar com nossas paixões, nossa personalidade, imagino. Lembre que isto é um diário, não tenho pretensão de ser científico, só de relatar o que aprendo nas aulas.

O superego é introjeção da lei exterior. Sabe, quando somos crianças, nos comportamos porque nossos pais nos dizem o que fazer e o que não fazer. Se eles não estiverem lá, dane-se o mundo. Mas, conforme o tempo passa e amadurecemos, incorporamos certas leis que nos fazem sentido e aparece aquela voz na nossa cabeça que nos alerta sempre que estamos para fazer o que não presta. O superego é a “consciência” no sentido leigo, é aquilo nos diz o que não devemos fazer e que nos faz sentir culpa sempre que transgredimos sua voz. Para ilustrar, a criança pequena não faz algo simplesmente porque seus pais dizem que ela não pode (sem superego, os limites são impostos pelos pais), ao passo que o adolescente não faz algo porque ele acha que é errado (com superego, os limites são autoimpostos após a introjeção da lei).

No meio do id e do superego, o ego usa de mecanismos de defesa para suportar certas situações que não pode contornar. Exemplificarei. Você fez uma coisa que acha que é errado. Aviso de forçação de barra.

Pois é, depois da aula, me dirigi à porta, mas parei no meio do caminho. Olhei para trás e ofereci minha ajuda à professora. Perguntei se eu poderia fazer algo para que ela sentisse-se melhor e então ela ficou meio sem jeito, disse “obrigada” e me abraçou. A abracei de volta e ela disse que talvez falasse comigo amanhã de novo.

%d blogueiros gostam disto: