Analecto

17 de março de 2016

Anotações sobre as regras para a condução da inteligência.

Filed under: Livros, Passatempos — Tags:, — Yure @ 12:10
  1. A finalidade dos estudos é preparar o estudante para o julgamento. Assim, nossos estudos devem nos permitir melhorar nosso senso crítico a fim de que possamos fazer bons julgamentos sobre o que quer que seja. Em outras palavras, se estuda pra criar juízo.
  2. É mais fácil ser “o mestre” em alguma coisa se você faz só aquela coisa ou um número limitado de coisas (é pra isso que serve o mestrado). Quem estuda muitos assuntos não é lá muito bom em nenhum deles. Porém, estudando somente um assunto, o indivíduo será fera nesse assunto.
  3. Os períodos cartesianos são imensos. Às vezes parece que ele nunca vai terminar uma frase que começou. Na verdade, nas Meditações Metafísicas, eu vi uma frase que consome um parágrafo inteiro de cerca de dez linhas. Kant faz pior, porque além de fazer frases de dez linhas ele não encerra o parágrafo, deixando o parágrafo rolar com outra frase de umas sete linhas.
  4. Embora seja mais fácil ser “o mestre” através da especialização, ninguém precisa ser obrigado a se especializar. Se alguém pensa que pode ter conhecimento decente de coisas diversas e acha que pode melhor empregar suas perícias dessa forma, ele deve procurar tal conhecimento.
  5. Deveria haver uma ciência da sabedoria, a qual perpassa todas as ciências, mas parece haver interesse somente em estudar suas manifestações particulares.
  6. Convém manter as ciências juntas por algum tipo de elo. A biologia deve falar com a física e com a química, por exemplo, para que tenhamos uma visão orgânica do mundo. O ideal seria que as ciências fossem de tal modo conexas que fosse possível aprender todas. Mas, como todo ideal, só podemos tê-lo como ideia reguladora.
  7. O estudo se mostra mais frutífero se você tem como objetivo o refinamento do julgamento pessoal. É o que venho fazendo desde que comecei essas anotações.
  8. Não se deve estudar algo cuja a verdade indubitável parece fora de nosso alcance. Não se dê ao estudo impossível.
  9. Isso é feito para evitar que tomemos por certo algo que é errado, empobrecendo nosso espírito em vez de enriquecê-lo.
  10. Descartes tinha algum tipo de problema mental, porque tem que ser doente pra rejeitar tudo o que é “provável” a fim de ficar somente com o que não se pode duvidar. De quantas coisas no mundo não se pode duvidar?
  11. Descartes diz que muitas são essas coisas. É só que, como elas são óbvias, deixamos passar despercebidas. Temos muitos conhecimentos seguros, é assim que sobrevivemos. Ainda assim, rejeitar o provável me parece exagero.
  12. É possível que um estudioso de um assunto, reconhecendo estar errado, se convencer de que suas afirmações falsas são verdadeiras.
  13. Se existem opiniões contrárias sobre um mesmo assunto, é porque não há conhecimento seguro sobre esse assunto.
  14. Conhecimento seguro é aritmética e geometria. Formular um conhecimento seguro e universal requer matemática.
  15. O conhecimento que não segue esse método não é completamente condenável, mas serve apenas para o fim que foi concebido.
  16. O debate sobre o provável é coisa de criança, de quem está se iniciando no pensamento. O conhecimento seguro é mais maduro.
  17. É próprio do adulto decidir seus próprios métodos de estudo. Não precisamos aceitar a herança do mestre se ela nos parece falha. Porém, esse é um julgamento que só pode ser feito na maioridade: a criança não deve escolher seus métodos e está filiada ao método do mestre.
  18. Estudar o provável só aumenta o número de dúvidas. Essa rejeição do provável me parece um entrave científico: se rejeitamos o provável como uma empreita desesperada, ele nunca se tornará certo e permanecerá provável. Porém, invocando as palavras ditas anteriormente de que não devemos nos dar ao estudo impossível, me parece que sua rejeição do provável só é válida se entendemos que não temos condições de elevar a questão ao nível de certeza. Quem puder, faça.
  19. Se chegamos a uma conclusão falsa, isso se deve não ao processo dedutivo (que nunca erra em sua aplicação, se o indivíduo for atencioso), mas ao axiomas obtidos pela experiência, que pode ser mal-executada ou interpretada erradamente.
  20. Por isso que Descartes conclui que se deve passar pela matemática para chegar à certeza: a matemática lida com situações abstratas, que independem da experiência. De fato, a matemática pode ter relação com a experiência, mas não necessariamente.
  21. A aritmética e a geometria são modelos de ciência, diz Descartes.
  22. O estudo do passado nos permite usufruir do que os outros já pensaram, a fim de avançarmos mais facilmente em nossas próprias pesquisas.
  23. O problema é que o estudo do passado pode acabar nos fazendo herdar o acidente cometido pelos outros, quando somos convencidos por raciocínios errados. Por isso que eu leio obras filosóficas com olhar crítico, sem a intenção de aceitar tudo o que está escrito como verdade.
  24. Criticar a opinião do outro não basta; se tem também que convencer os que estão neutros para que a doutrina oposta morra por falta de adeptos.
  25. Não é possível ser filósofo ou cientista pela mera memorização. Se o conhecimento matemático que temos não se presta à prática, não somos matemáticos. Se o conhecimento filosófico que temos não se presta à prática (no caso do texto, o refinamento do julgamento), não somos filósofos. E de fato, nenhum filósofo célebre ficou somente na teoria: todos tentaram levar suas teorias às últimas consequências práticas, mesmo que isso significasse somente adotar um estilo de vida ou esclarecer a mente dos outros ou ainda aperfeiçoamento pessoal. Os de maior sucesso são os mais práticos, a ponto de quase nunca serem vistos como filósofos, dado o estereótipo de disciplina teórica que esta tem. Falo de Freud e Marx, por exemplo, que, de tão práticos, são vistos mais como cientistas (um médico e um cientista político) do que filósofos. Toda a filosofia que se preze tem que ter um desdobramento prático.
  26. A intuição (identificação do óbvio) é meio válido de conhecimento. A dedução é a derivação de uma terceira verdade a partir de outras duas verdades, como no silogismo. Mas a intuição é de um vez, não processual.
  27. A intuição é espontânea. A dedução pode ser feita a qualquer ponto.
  28. Procurar a verdade requer não apenas que saibamos o que procuramos, mas que pensemos o caminho até lá.
  29. Encontrar algo por acaso é menos digno de glória do que achar algo por perícia.
  30. Descartes diz: melhor não procurar a verdade do que proculá-la sem método.
  31. Se é melhor ir pra escola, como é que às vezes quem vai pra escola não consegue resolver problemas que um iletrado consegue? Isso porque o método escolar pode acabar prejudicando nossas habilidades naturais. Além do mais, quando se procura algo com o método errado, a chance de se doutrinar no acidente é maior. Se você passa a vida aprendendo algo de forma errada, aceitar o que é certo torna-se mais difícil. Se você aprende algo certo, mas por métodos demasiadamente complexos, aqueles que são mais ingênuos podem inferir verdades mais rapidamente. Isso me lembra do que meu professor de antropologia disse do Lula: “ele era tão bom que se ele tivesse estudado teria se prejudicado.”
  32. Usar métodos muito difíceis para o estudo de determinado objeto nos leva a desperdiçar tempo e energia. O método não deve ser mais complexo do que precisa ser.
  33. Como é que eu vou chegar ao conhecimento de tudo se eu tenho que rejeitar o provável, cara? A menos que seja como eu pensei antes, a saber, se eu acho que posso elevar o provável ao grau de certeza.
  34. É interessante como Descartes faz com a aritmética e com a geometria aquilo que faço com os Evangelhos e com o Apocalipse: aprendendo o mais simples que, convenientemente, é o mais certo, eu posso julgar outros saberes como válidos ou não.
  35. Descartes aponta que os “criadores da filosofia” não admitiam como discípulos pessoas que não soubessem matemática. Deve estar se referindo a Platão e Aristóteles. Não vejo como isso posaria problema para Sócrates, se é que ele existiu.
  36. A disciplina que chamamos “matemática” é o estudo propriamente de um método. As ciências matemáticas são aplicações do método. Qualquer estudante é capaz de dizer o que é matemática e o que não é.
  37. A matemática é mais simples que suas aplicações e pode ser usado da forma como o usuário quiser, a qualquer objeto.
  38. O método deve ser estudado profundamente antes de ser aplicado. Por isso só se aprendem as disciplinas de física, química e biologia no ensino médio, enquanto que matemática é aprendida desde o jardim de infância.
  39. Tudo o que é aprendido deve ser anotado e colocado em um todo orgânico. Não deixe seus conhecimentos separados uns dos outros. Faça relações entre as coisas que você sabe.
  40. Não se deve pular do fácil ao difícil. A subida é gradual.
  41. Para conhecer algumas coisas é necessário ter conhecido outras mais simples antes. Convém organizar os objetos de estudo em escala de simplicidade e estudá-los em ordem ascendente, do mais simples ao mais complicado.
  42. Raramente recorremos ao conhecimento complexo; quanto mais simples a informação, mais recorremos a ela. Então, estudar em ordem de simplicidade é também útil em termos práticos.
  43. Os conhecimentos simples servem como referência na identificação dos mais complexos.
  44. Um mesmo objeto pode se mostrar simples ou complexo dependendo da forma como é estudado. Determinado objeto é estudado com mais dificuldade segundo um referencial químico do que por um referencial biológico, por exemplo, porque o biólogo está interessado nos processos vitais de um animal, enquanto que o químico se interessa por sua constituição material.
  45. Descartes diz: estudar primeiro a causa, depois o efeito. Mas pense comigo: se o efeito é a manifestação da causa, como é que eu vou conhecer a causa sem ela se manifestar? Na minha modesta opinião, não se pode conhecer uma causa antes do efeito, uma vez que é o estudo profundo do efeito que revela sua causa.
  46. É possível conhecer por comparação (semelhança e diferença entre o que já conhecemos e o objeto apreendido).
  47. Depois de um longo caminho de pensamento, chegamos a uma conclusão tão distante da pergunta inicial que muitas vezes esquecemos os detalhes do processo. Isso é perigoso.
  48. Os racionalistas e os empiristas não são distantes e nem completamente opostos. Esses dois usam termos parecidos, afirmam coisas parecidas e ambos parecem usar tanto dedução como indução. O fato é que um coloca peso maior na dedução e o outro coloca um peso maior na indução. Essa dicotomia didática entre racionalismo e empirismo não precisa existir, como se as duas escolas fossem inconciliáveis.
  49. Se algo não foi entendido, não se deve prosseguir antes de entendê-lo. Eu quebro essa regra muitas vezes e deliberadamente quando estudo filosofia.
  50. Os sentidos fornecem informações e a imaginação inventa informações. O entendimento processa informações. Disso Descartes conclui que só o entendimento pode errar, por má interpretação do que os sentidos ou a imaginação mostram.
  51. Insistir em conhecer aquilo que é evidentemente incognoscível é loucura, diz Descartes.
  52. Uma questão fundamental: o que o ser humano pode conhecer?
  53. Antes de fabricar o nosso objeto final, convém fabricar os materiais para fazê-lo. Isso é alegórico.
  54. O que é o conhecimento? Todos os que amam a sabedoria se fazem essa pergunta pelo menos uma vez na vida.
  55. É preciso, diz Descartes, estudar as coisas simples a ponto de elas nos parecerem óbvias.
  56. Não convém recorrer à demonstrações complexas logo que o problema se apresenta.
  57. Para se exercitar, repetir os experimentos feitos por outros. Percorrer os caminhos dos célebres. Isso permite saber o que os outros fizeram e como melhorar.
  58. Um raciocínio sofístico dito a quem usa bem a lógica só engana o próprio sofista, que acha que está enganando alguém.
  59. Descartes diz que o dialético só consegue concluir com silogismo aquilo que ele na verdade já sabia.
  60. A dialética vulgar tem valor ainda assim, porque ajuda a explicar algo pra quem ainda não sabe.
  61. Para resolver uma questão, é necessário ver o que a torna difícil e diferente de outras questões que já resolvemos. Já não resolvemos problema parecido? O que torna este problema diferente?
  62. Quando encontramos um problema, devemos usar tudo o que for necessário para resolvê-lo, sem se escorar em um só método ou numa solução “universal”.
  63. Para conhecer alguma coisa, usamos quatro meios: entendimento, imaginação, sentidos e memória. Temos que usá-los todos na resolução de um problema, mas não a ponto de exaustão (porque Descartes fala contra o esforço desnecessário em outras regras, então “dar tudo de si” é usar os quatro meios, mas não a níveis extremos).
  64. Usar um ou dois ou três desses meios nos leva ao risco de deixar algo passar.
  65. O que podemos conhecer: o que se apresenta espontaneamente, o que se apresenta por meio de outro objeto, as deduções que se faz dessas dois tipos de informação.
  66. “Fantasia” parece ter sentido similar ao de “instinto”.
  67. Sentido: aplicar-se a imaginação ao órgão. Memória: puxar uma imagem mental previamente arquivada. Imaginação: formar ideias novas a partir de conteúdo preexistente na mente. Entendimento: processamento.
  68. Examinar de uma vez vários objetos não provê entendimento sobre cada um em particular. Examinar conjuntos é examinar o que une os elementos do conjunto. Ter acesso ao particular requer exame de um exemplar individual.
  69. Novamente: se não achamos que podemos chegar a um veredito sobre a questão, não devemos avançar nela.
  70. Figura é o limite de um corpo. As figuras são nomeadas segundo a aparência dos limites.
  71. Existem coisas que podem ser conhecidas sem auxílio dos sentidos, como os sentimentos. Não precisamos ver a amizade ou ouvir o amor para conhecê-los, mas apenas senti-los. Mas ter um sentimento, sentir o amor ou a amizade, não é algo que se faz com os sentidos. Então, “sentir amor” é uma expressão equivocada. Melhor seria “ter amor”. Na verdade, talvez até a palavra “sentimento” seja equivocada, mas vamos usá-la por uma questão de comodidade.
  72. Também existem coisas que só podem ser conhecidas pelos sentidos, porque só existem nos corpos: figura e movimento, por exemplo. O espírito não está sujeito a essas coisas. Isso mostra que o racionalista não era nenhum cego voluntário; os racionalistas viam valor nos sentidos e muito valor. Essa dicotomia entre racionalismo e empirismo como coisas inconciliáveis não tem razão de existir e os professores que ensinam as coisas dessa forma estão mentindo.
  73. O conhecimento de alguma coisa revela também seu contrário. Se conheço a luz, conheço por extensão sua ausência: o escuro. Se conheço o som, sei o que é o silêncio: ausência de som. Não me faça falar do bem e do mal.
  74. Se eu digo “não existe verdade” está claro que eu assumo pelo menos uma verdade, que é a que eu anunciei, excluindo-a das outras. Da mesma forma, se Sócrates “duvida de tudo”, ele ainda tem certeza de que duvida. Ele não pode duvidar de que está duvidando.
  75. Descartes diz: se eu existo, Deus também existe. Isso porque só Deus cria. Então, a existência de criaturas supõe Criador.
  76. Não é porque Deus existe que qualquer coisa exista. Nem todas as potências se atualizam.
  77. Toda a afirmação carrega muito de implícito: “triângulo” implica área, figura, três, ângulo…
  78. O sábio faz melhores interpretações daquilo posto pelos sentidos, pela imaginação e pela memória, podendo fazer uso construtivo dessas informações.
  79. O engano é má interpretação dos dados fornecidos pela memória, pela imaginação e pelos sentidos. Estes apenas trazem informações. Quem as processa é o entendimento.
  80. A dedução é o único meio de conhecimento. Mas isso não quer dizer um esforço completamente racional, já que os sentidos são fonte de informação. A dedução é feita entre os meios de obter informação, já expostos.
  81. Existe diferença entre estar sentado e estar de pé. Mas colocar a diferença em palavras nem sempre é fácil.
  82. Para Descartes, todas as coisas são de igual dificuldade de apreensão, pois todas são compostas de elementos “conhecíveis por si”. Eu tenho minhas dúvidas.
  83. Acreditar cegamente no que diz uma autoridade é sinal de baixa auto-estima.
  84. Método analítico: se entendemos alguma coisa, devemos extirpá-la de qualquer conceito desnecessário, reduzindo-a ao nível mais simples possível, para depois dividi-la em suas mínimas partes. Isso torna o estudo do objeto mais fácil.
  85. As controvérsias filosóficas muitas vezes nascem no emprego do vocabulário.
  86. Eu tenho que saber o que é que estou procurando, delineando as características daquilo que eu quero atingir. De outra forma, como eu saberia que achei uma solução “boa” para o problema?
  87. Nem tudo o que ouvimos desde a infância é verdade.
  88. Como explicar cores ao cego de nascença? Mas quem conhece o vermelho, o amarelo e o violeta pode conhecer todas as outras cores por dedução.
  89. Por causa disso, só podemos conhecer algo exterior se vier dos sentidos. Essa é uma das razões pelas quais eu acredito que o poder explicativo da ciência um dia vai se exaurir, porque nossos sentidos são tanto limitados em número como em qualidade.
  90. Não é difícil que o sábio chegue à conclusões que o leigo pode apontar com toda a certeza e propriedade como erradas. É que o sábio, às vezes, perde contato com a realidade e afirma óbvias mentiras.
  91. Se concebemos os números como tendo existência autônoma, podemos chegar a lhos atribuir características mágicas. Da mesma forma, não podemos conceber extensão, altura, largura, linha, superfície como conceitos separados das coisas. A matemática está nas coisas, não fora delas, só fazendo sentido enquanto tem relação com as coisas.
  92. A investigação deve seguir prioridades. Aquilo que requer atenção imediata da mente deve ser tratado em detalhes, mas aquilo que pode esperar pode ser tratado por alto ou brevemente até que torne-se prioridade.
  93. Escreva seu progresso, para que você possa recorrer ao papel caso esqueça alguma coisa. Deixe sua mente se preocupar com o presente apenas, enquanto o papel guarda o passado.
  94. As anotações devem ser concisas, curtas, claras, para que também não se tenha que gastar muito tempo lendo para chegar à informação desejada.
  95. Use abreviações se achar interessante. Em vez de dizer “o quadrado do número desconhecido deve ser dobrado”, diga “2X²”.
  96. Existem dados conhecidos e dados desconhecidos. Se houver relações entre esses dados, é possível conhecer o desconhecido conhecendo que relações tem com o conhecido.
  97. Se algo puder ser resolvido com as quatro operações, não é necessário complicar mais as coisas.
  98. “A multiplicidade de regras […] provém da incompetência de um Mestre […].” Válido também em jogos de interpretação.
  99. Para Descartes, a divisão é preferível à multiplicação como meio de resolução de problemas.
  100. Se possível, coloque todos os dados disponíveis em forma de expressão numérica.
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3 Comentários »

  1. […] livro contém as conclusões que Descartes chegou com os outros três livros. Essas conclusões sintetizam seu pensamento e podem ser tomadas como ponto de partida para a busca […]

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    Pingback por Anotações sobre os princípios da filosofia. | Pedra, Papel e Tesoura. — 8 de maio de 2016 @ 11:49

  2. […] você começa a aprender as coisas mais fáceis e vai ascendendo gradualmente às difíceis, você poderá dizer, com toda a propriedade, que […]

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    Pingback por Discurso sobre o método. | Pedra, Papel e Tesoura. — 29 de março de 2016 @ 17:20

  3. […] livro, Descartes pretende rejeitar qualquer coisa que não se manifeste como sendo clara e evidente. Se algo é duvidoso, mesmo que […]

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    Pingback por Meditações metafísicas. | Pedra, Papel e Tesoura. — 24 de março de 2016 @ 08:04


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